<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808</id><updated>2011-08-27T14:44:53.986-03:00</updated><title type='text'>O livro que eu nao escrevi</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>43</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-4097278930106463544</id><published>2011-05-05T22:26:00.005-03:00</published><updated>2011-05-05T22:33:15.575-03:00</updated><title type='text'>Mão de Mãe</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Tp630j56GTI/TcNPn_3dHzI/AAAAAAAAHsA/L5y7Ih7jrPI/s1600/Hist%2Bdo%2BRafa.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 216px; FLOAT: left; HEIGHT: 160px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603409909956550450" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Tp630j56GTI/TcNPn_3dHzI/AAAAAAAAHsA/L5y7Ih7jrPI/s320/Hist%2Bdo%2BRafa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Dizem que beijo de mãe cura tudo. Concordo! Mas mão de mãe cura também...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Semana passada meu filhote caiu na escola e tivemos que ir ao hospital para o Dr. Bonzinho dar uns pontinhos no joelho dele. Lá, segurando minha mão (que eu achava que já nem tinha mais utilidade para ele), me lembrei da história que vivemos quando ele extraiu um dente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mão e o dente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive pensando na importância das mãos. Não digo a importância física delas, pois esta é uma questão indiscutível, mas falo da importância emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre brinquei com quem sentia medo que, era para fechar os olhos e pensar que eu segurava a mão, assim logo o medo ou a dificuldade iria passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas agora vivi a experiência real desse poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu filhote teve que extrair um dentinho (seriam dois, mas a odontopediatra resolveu tirar um só). Eu estava angustiada só de pensar na possibilidade dele sentir dor e também apreensiva, pois a relação dele com dentista é muito bacana. Pensava que se ele visse a agulha e vivesse algum “trauma” iria tudo “por água abaixo”, afinal, ele e as agulhas não se entendem muito bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei a semana explicando tudo que iria acontecer, quais as sensações, como devemos reagir (não bater na mão da dentista para não complicar, ficar tranqüilo, bla bla, bla), tudo isso recheado de uma cara de paisagem e tom de voz absolutamente descompromissado. Contei que talvez precisasse de uma agulhinha bem fininha e que ela era mágica, pois não deixava sentir dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou o grande dia. Ele acordou dizendo que não queria ir, que ele gostava da Dra. Lúcia (ortodontista que o acompanha) e não da Dra. Mariana. Mesmo assim tomou o banho, se arrumou e fomos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar no consultório, eu fiquei na mesa da dentista e ele de costas para mim. Então percebi a mãozinha dele estendida abrindo e fechando (me chamando). A dentista disse para eu me aproximar e a mãozinha não parava de abrir e fechar, então eu a segurei. Automaticamente o corpinho dele relaxou na cadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito lindo ele se agarrar na minha mão, como se ela “valesse alguma coisa” e compreender que por muito pouco o mundo se torna mais seguro para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dentinho saiu em segundos e ele ficou todo orgulhoso por ter sido forte e corajoso. De lá fomos ao shopping comemorar com sorvete (quer melhor?!). Foi então que minha mão se tornou dispensável para sua caminhada. Ele andava livre, sem medos e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma mão que proporcionou segurança foi deixada de lado em troca da liberdade que ele sabe curtir tão bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito legal! &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-4097278930106463544?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/4097278930106463544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2011/05/mao-de-mae.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4097278930106463544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4097278930106463544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2011/05/mao-de-mae.html' title='Mão de Mãe'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Tp630j56GTI/TcNPn_3dHzI/AAAAAAAAHsA/L5y7Ih7jrPI/s72-c/Hist%2Bdo%2BRafa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-6099714836696860238</id><published>2011-04-27T17:23:00.002-03:00</published><updated>2011-04-27T17:25:41.383-03:00</updated><title type='text'>Histórias, histórias e mais histórias...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uwHdwOzx3y8/Tbh7jOEMt0I/AAAAAAAAHro/J7t1PipfFrg/s1600/muito%2Bbusy.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 151px; FLOAT: right; HEIGHT: 212px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5600361981636556610" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-uwHdwOzx3y8/Tbh7jOEMt0I/AAAAAAAAHro/J7t1PipfFrg/s320/muito%2Bbusy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Capítulo 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A DECISÃO&lt;br /&gt;Uma pessoa dinâmica, ativa, com uma energia inesgotável, que adiou ter filhos por seis anos, ter que decidir sobre sua vida profissional após os filhos, posso garantir: sofre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu sofri. Todos que conviviam comigo, não compreendiam como uma idéia absurda daquelas, (parar de trabalhar), tinha passado pela minha cabeça. Pensavam que era depressão pós-parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, decidir, em qualquer circunstância, é algo não muito simples. Quando há mais de uma opção e ambas equilibrando o “contraponto” da balança, a coisa fica terrível.&lt;br /&gt;Eu tinha, de um lado, a cobrança do mundo moderno, a minha carreira, as minhas contas a pagar. Do outro lado, eu tinha meu bebê, minha mudança de prioridade e minha cobrança pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei a visitar várias escolas de renome para conhecer o período integral, as atividades desenvolvidas, enfim, o que elas poderiam oferecer-ME. Voltava para casa aos prantos. Nada ME servia. Com certeza, serviria ao meu bebê, mas a mim não.&lt;br /&gt;Então veio a dura decisão, minha licença maternidade estava no final e em breve teria que assumir minhas responsabilidades profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedi demissão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma mistura de emoções, euforia e choro. Tudo ao mesmo tempo. Eu estava feliz, pois teria a oportunidade de ser mãe &lt;/em&gt;full time&lt;em&gt; e estava triste em relação às incertezas, ao futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma longa conversa com meu Diretor, conseguimos encontrar um meio de continuar. Trabalhava duas manhãs, três tardes, quatro horas por dia e, o melhor, com o mesmo salário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, minha pausa profissional foi adiada por 15 meses, quando engravidei novamente e já não havia mais o que decidir. Eu me sentia tão feliz como mãe que o lado pesado de abandonar a carreira já não existia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capítulo 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RETORNO&lt;br /&gt;Passei nove anos da minha vida esperando pelo dia em que tudo “voltaria ao normal”. Um normal diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperei tanto, que quando apareceu uma oportunidade real, ela não era uma, eram duas e lá estava eu entre a cruz e a espada para fazer a melhor escolha.&lt;br /&gt;Uma série de providências precisava ser tomada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca da empregada perfeita foi fácil, oops, mas o que é perfeição nesse ramo de atividade? Sei lá, a minha era perfeita, pois gostava de crianças. Afinal, aos 36 anos, tinha sete filhos e três netos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhi o menor salário. Não que esse fosse o critério de escolha, mas é que o menor salário, vinha acompanhado de uma série de benefícios diretos, que não deixaram duvida de que era o melhor para mim: perto de onde eu morava, dava para almoçar em casa todos os dias, levar e buscar as crianças na escola , continuar meus treinos de corrida e, no dia que a empregada perfeita faltasse, eu poderia trabalhar em casa. Portanto, o menor salário era também o mais vantajoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capítulo 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAOS&lt;br /&gt;Preparar cardápio semanal, estabelecer com as crianças os combinados (para outra pessoa administrar), foi a parte fácil e divertida da história. Fazê-los serem cumpridos, foram “outros quinhentos”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu estava em casa, tudo funcionava bem: acordavam com meus beijos e minhas broncas (quando faziam hora para sair da cama), eu dizia a hora do banho e com ou sem reclamações, eles obedeciam, o tempo de TV acontecia de acordo com o andamento das atividades realizadas da escola, à noite era lanche, banho e cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha autoridade e a da empregada perfeita foram testadas por pelo menos duas semanas, até as crianças entenderem quem realmente mandava no barraco.&lt;br /&gt;Meu celular tocou algumas vezes, todas por futilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras provas da escola foram recebidas com muita enrolação na hora do estudo e, como resultado, experimentamos uma queda das notas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, estava tudo muito mal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capítulo 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESTABELECENDO A PAZ&lt;br /&gt;Li, certa vez, que as crianças precisam de três dias para se adaptarem a algo. É como se fosse o período probatório de cada nova rotina a ser testada (por elas). Os três dias daqui engordaram o calendário e viraram quinze. Mas nada como um dia após o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita conversa, algumas restrições, mas finalmente, como diz a música: “tudo está no seu lugar, graças a Deus, graças a Deus...” ou, pelo menos, quase tudo.&lt;br /&gt;Talvez a maior necessidade de adaptação tenha sido a minha. A minha condição de “indispensabilidade” foi substituída pela “sobrevivência” saudável de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sinto saudades daqueles dias em que eu achava que eles não viveriam sem mim, mas me alegro em ver que EU posso viver algumas horas sem eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendizado para todos. Crescimento mútuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenas do próximo capítulo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixarei por conta do tempo. Mas que tempo? Aquele que me roubou de mim...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-6099714836696860238?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/6099714836696860238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2011/04/historias-historias-e-mais-historias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6099714836696860238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6099714836696860238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2011/04/historias-historias-e-mais-historias.html' title='Histórias, histórias e mais histórias...'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-uwHdwOzx3y8/Tbh7jOEMt0I/AAAAAAAAHro/J7t1PipfFrg/s72-c/muito%2Bbusy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-1073352032820236655</id><published>2010-11-30T08:49:00.005-02:00</published><updated>2010-11-30T08:51:20.893-02:00</updated><title type='text'>Vivendo e aprendendo. Será?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Minha filha, de 7 anos chega da escola e diz: “hoje foi o melhor dia da minha vida”, em outro momento ela diz: “esse foi o melhor filme que eu já assisti”, ou “você é a melhor mãe do mundo” , ou “eu tenho a professora que é mais cheirosa da terra” e assim vai uma lista interminável de coisas e pessoas incríveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser criança é muito bom. Puras, intensas e aproveitam até o ultimo caldinho da goma de mascar, lambem o palito do picolé, o sal dos dedos depois de comer a batata frita, e lambem até o prato (se não as repreendemos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescem, vão conhecendo as “maldades” do mundo, vão aprendendo que existem caminhos, algumas vezes são chamadas a escolhe-los, aprendendo e descobrindo as verdades além dos muros de suas casas. &lt;/em&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TPTW86m1cRI/AAAAAAAAHis/3ctnuspDyX0/s1600/Ir%2Bmelhor.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 148px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5545293383212560658" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TPTW86m1cRI/AAAAAAAAHis/3ctnuspDyX0/s200/Ir%2Bmelhor.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Adolescem", questionam os aprendizados recebidos até ali, revoltam-se ou não. Começam a ter verdadeiramente seus espaços. Fazer escolhas torna-se algo mais angustiante, porém necessário. Vivem um mundo de dúvidas interiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficam jovens, são donos do mundo e do tempo (que não pára) e precisam correr contra ele. O que aprenderam em casa soma-se ao que aprendem diariamente na rua, no trabalho, nos relacionamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega a vida adulta e madura, já cheios de responsabilidades, aprendem que não são donos nem do tempo nem do mundo, mas são felizes (ou não) com suas escolhas. Se têm filhos, retransmitem conhecimentos, criam novas formas de educar e aprendem lidar com ansiedades e frustrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega então a velhice... a bagagem está cheia de uma longa caminhada, afinal, aqui é possível ter nossas vidas repassadas em forma de reflexões. E foi sobre esse momento da vida que ouvi algo que tocou minha alma adulta: precisamos sair dessa vida melhores do que entramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De crianças puras a idosos que, muitas vezes, não aprenderam nada com a vida, simplesmente passaram por aqui. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-1073352032820236655?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/1073352032820236655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/11/vivendo-e-aprendendo-sera.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/1073352032820236655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/1073352032820236655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/11/vivendo-e-aprendendo-sera.html' title='Vivendo e aprendendo. Será?'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TPTW86m1cRI/AAAAAAAAHis/3ctnuspDyX0/s72-c/Ir%2Bmelhor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-2870468842775644313</id><published>2010-11-10T23:37:00.006-02:00</published><updated>2010-11-10T23:44:15.580-02:00</updated><title type='text'>Saudade de quem nunca vi? Como assim?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TNtJnkNY2-I/AAAAAAAAHg8/wMeTI_1Mvh4/s1600/Marthinha.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 198px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538101110865714146" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TNtJnkNY2-I/AAAAAAAAHg8/wMeTI_1Mvh4/s200/Marthinha.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Sou internauta de carteirinha. Meu notebook fica ligado o dia inteiro e deve sentir-se aliviado quando aperto a tecla “desliga”. Ando com ele até quando levo as crianças para suas atividades ou quando não tenho um bom livro como companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco tempo entrei em uma dessas redes sociais, chamada facebook, e fui "reapresentada" a uma amiga virtual da minha irmã. Ela gosta de escrever como eu e tem um blog como eu (porém sempre atualizado) que passei a seguir. Começamos a nos falar (leia-se teclar) com comentários diários sobre uma coisa ou outra que ela ou eu escrevíamos. Depois começamos a trocar e-mails com sugestões, indicações e piadinhas (ninguém é de ferro). Ela mora no Sul e eu no Sudeste, cerca de 1700km de distância uma da outra, mas a vantagem do mundo virtual é essa, não há barreiras. Viva a tecnologia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia também, já me permitiu conhecer uma outra apaixonada por livros, que deixou de ser simplesmente amiga virtual, quando participei de uma corrida de rua em Porto Alegre e tive a oportunidade de conhece-la pessoalmente. O Sul é terra fértil em produzir e abrigar “gente do bem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando a história, fiquei uns dias longe da telinha, pois recebia em minha casa uma afilhada grávida, que enfrenta alguns problemas com o bebê. O trabalho teve que esperar, os filhos, marido e a casa receberam o básico de mim, pois era hora de apoiar quem precisava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando voltei a me comunicar, contei para minha nova amiga sobre o ocorrido e ao me despedir no e-mail, expressei minha saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como assim? Saudade de alguém que eu nunca vi? Que conheço por fotos e textos?&lt;br /&gt;Me diverti com essa idéia e pensei: "estamos nos acostumando a criar vínculos virtuais". Que seja! Desde que sejam saudáveis. E, no meu caso, são absoluta e deliciosamente saudáveis. Geram até saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marthinha Querida, estou sem perspectivas de ir correr em POA novamente, portanto, que tal fazer as malas e curtir uns dias nas Minas Gerais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos e saudades de ti guria, oops, como assim, uai?...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-2870468842775644313?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/2870468842775644313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/11/saudade-de-quem-nunca-vi-como-assim.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2870468842775644313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2870468842775644313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/11/saudade-de-quem-nunca-vi-como-assim.html' title='Saudade de quem nunca vi? Como assim?'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TNtJnkNY2-I/AAAAAAAAHg8/wMeTI_1Mvh4/s72-c/Marthinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-2549671183400660808</id><published>2010-10-28T09:50:00.003-02:00</published><updated>2010-10-28T09:53:08.638-02:00</updated><title type='text'>“Tenha uma vida rica de vida”</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TMlkDJkYy-I/AAAAAAAAHfw/FoGDtue70aQ/s1600/Outubro+rosa.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 137px; FLOAT: left; HEIGHT: 128px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533063622472289250" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TMlkDJkYy-I/AAAAAAAAHfw/FoGDtue70aQ/s200/Outubro+rosa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Li esta frase em um texto de Maria Sanz Martins, “Minha Precoce Nostalgia”, que narra a conversa de uma senhora de 82 anos dando sábios conselhos à neta. Dentre as várias coisas que ela diz, a recomendação da atitude “tenha uma vida rica de vida”. Guardei com todo cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que uma vida, rica em vida, significa apenas ter uma vida repleta de alegrias? Claro que não é só isso! Vai muito além. O cuidar-se, amar-se, está embutido aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta contra o câncer de mama atravessa uma longa estrada e vem crescendo a passos largos na busca da conscientização da mulher sobre a importância de se cuidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde tenra idade, somos acostumadas a cuidar de muitas coisas. Das bonecas e brinquedos, ao marido, filhos, casa, trabalho, amigos, filhos de amigos, bichinhos de estimação, plantas, enfim, não faltam coisas e pessoas para cuidarmos. Somos cuidadoras natas. E cuidamos tanto de tudo que, as vezes, esquecemos de cuidar de nós mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não temos título de posse da nossa saúde, isso a Deus pertence, mas temos um alvará de liberdade para administrá-la da melhor maneira possível. Dedicar tempo a nós mesmas, visitas regulares ao médico, auto- exame constante, busca de uma vida saudável e equilibrada (se é que isso é possível nos dias atuais), são algumas das atribuições contidas em nosso “alvará”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter uma vida rica em vida, envolve nossas atitudes em relação a tudo o que nos cerca, e nossa saúde engloba isso aí também. Muitas vezes, somos cercadas pela ilusão de invensibilidade, justamente por saber que tantos precisam de nós. Parei para uma autocrítica e percebi que muitas vezes, sinto uma dorzinha aqui, outra ali e nunca acho tempo para investigar. E ainda tem o agravante de que tudo se resolve sem que eu precise ir ao médico. Na minha cabeça, ir ao médico é perder tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, esse Outubro Rosa trouxe um novo ensinamento: cuidar-me nunca é perda de tempo. Eu mereço. Eu preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um restinho de Outubro Rosa para todas. Que de novembro a setembro não se enfraqueça a luta, tão importante para todas nós!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-2549671183400660808?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/2549671183400660808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/10/tenha-uma-vida-rica-de-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2549671183400660808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2549671183400660808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/10/tenha-uma-vida-rica-de-vida.html' title='“Tenha uma vida rica de vida”'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TMlkDJkYy-I/AAAAAAAAHfw/FoGDtue70aQ/s72-c/Outubro+rosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-6235922616750697673</id><published>2010-10-09T19:36:00.004-03:00</published><updated>2010-10-09T19:44:27.327-03:00</updated><title type='text'>O Tapete Amarelo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TLDwCgdOinI/AAAAAAAAHfE/pCTgM0PpI34/s1600/Tapete+Amarelo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 170px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526180668646525554" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TLDwCgdOinI/AAAAAAAAHfE/pCTgM0PpI34/s200/Tapete+Amarelo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Moro em um extremo da minha cidade e meus pais em outro. Esta distância dificulta a assiduidade à casa deles, lar onde nasci e vivi até meus vinte cinco anos. Um apartamento pequeno, mas sempre muito bem cuidado e, constantemente, reformado pelas incansáveis buscas de mudança aspiradas pela mãe. O que ela não conseguia mudar na vida dela acho que, inconscientemente, ela transferia para mudanças físicas do lar. Parece uma casinha de bonecas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta semana, com minha mãe curtindo um pouco de paz em Aracaju, estive mais presente para dar suporte ao meu pai, que se recusou em ficar na minha casa enquanto ela viajava. No silêncio característico daquela casa, tudo estava diferente, mas estranhamente, tudo estava em seu devido lugar. Meu quarto ainda com minha grande foto na parede, o armário da minha infância, branco como neve com portas cheias de segredos e sonhos. Gostava de esconder-me onde minha mãe guardava as roupas de cama. O espelho não está mais lá, foi transferido para uma parede esquecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sala, a luz de penumbra que iluminou tantas vezes minhas apresentações vestidas com aquela camisola longa e sapatos de salto que sobravam em meus pés, já não é mais utilizada. A TV não é a mesma, nem na sala habita mais. Cada quarto possui uma, proporcionando a individualidade/individualismo da vida moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pequena cozinha falta a mesa marrom, encostada na parede, onde fazia a lição de casa, onde almoçava, onde a Dos Anjos passava, semanalmente, a roupa que a família acumulava e que os três turnos de trabalho da minha mãe não permitiam sobrar tempo para administrá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No corredor o espelho que eu adorava ajudar a pintar a moldura com tinta spray, deu lugar a um moderno objeto de decoração. O antigo vive sem moldura no lavabo do meu, contraditoriamente, espaçoso apartamento. Mas agora é outro, reflete novas imagens, novas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No banheiro estava lá, o tapete amarelo. Hoje nem tão amarelo como há muitos anos atrás, mas resistiu a todas as pisadas molhadas, após banhos demorados onde eu podia ser princesa, bailarina, professora ou, simplesmente eu mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ele resistiu a tantos anos? Descobri que ele estava esquecido no armário. Há mais de vinte anos não era usado. Voltou ao banheiro por acaso, pois meu pai não encontrou outro durante ausência turística da minha mãe. Alegrei-me ao vê-lo tão inteiro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho acompanhado de forma reflexiva, o envelhecimento de meus pais, dos pais de meus amigos, da minha sogra. Alguns bem inteiros e ativos, outros nem tanto. Alguns esperam a morte chegar, outros nem esperam mais nada. Será que a nossa geração vai resistir às “pisadas” como a geração dos nossos pais resistiu? Ou, como aquele tapete amarelo, estamos colocando nossos idosos num canto qualquer do armário e nos esquecendo deles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tapete amarelo era apenas um simples tapete, mas trouxe com ele muitas lembranças. Me fez pensar, pensar e repensar... &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-6235922616750697673?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/6235922616750697673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/10/o-tapete-amarelo.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6235922616750697673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6235922616750697673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/10/o-tapete-amarelo.html' title='O Tapete Amarelo'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TLDwCgdOinI/AAAAAAAAHfE/pCTgM0PpI34/s72-c/Tapete+Amarelo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-2436029961552377629</id><published>2010-07-27T23:13:00.003-03:00</published><updated>2010-07-27T23:17:57.230-03:00</updated><title type='text'>Quero ser "Maria"</title><content type='html'>Existe uma passagem na Bíblia em que conta a história de uma mulher chamada Marta que, em certa ocasião, hospedou Jesus em sua casa. Ela tinha uma irmã chamada Maria que não desgrudou de Jesus para ouvir Sua Palavra. Marta corria de um lado para outro organizando o melhor de sua casa para oferecer a Jesus, no entanto quem mais usufruiu do “banquete” foi sua irmã Maria (Lc 10.38)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivo um momento muito Marta em minha vida. Passo o maior tempo em casa, me multiplicando em dez para dar conta de tudo. Sou mãe, esposa, representante comercial, dona de casa, filha, nora, amiga, quebra-galho, entre outras atribuições. Tudo isso, em um dia que só tem 24 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, no que diz respeito aos meus filhos, dei-me conta de que a Marta está mais presente em casa e em suas vidas, do que a Maria. Estou aqui, mas não estou com eles. E, o pior, perdendo o que eles tem de melhor, que é a infância. Ela está andando a passos largos e eu perdendo o banquete...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas férias (deles, pois estou longe de pensar em férias), descobri que precisava “m&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TE-Se-9HGBI/AAAAAAAAHbY/HuszUkZX_qg/s1600/do+dia+27+ago.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 161px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498774731035711506" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TE-Se-9HGBI/AAAAAAAAHbY/HuszUkZX_qg/s200/do+dia+27+ago.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;udar o rumo”. Nada de acampamento com os coleguinhas, nada de colônia de férias do clube. De forma bem egoísta, quis eles só para mim. Quis resgatar um pouquinho da mãe que brinca, da mãe disponível. Estou tendo que reaprender a soltar pipa, andar de bicicleta, nadar no frio, jogar basquete, peteca, UNO, Monopoly, brincar de salão de beleza, casinha. Deixá-los quebrar os ovos para o bolo, pedir para ler as receitas, fazer bichinhos com massa de biscoito. Ir ao cinema a tarde. Ler livros com caras e bocas. Assistir desenhos na TV, pegar filmes na locadora, enfim, estar realmente com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só respondo os e-mails e resolvo coisas do trabalho bem cedo, antes deles saírem da cama ou quando eles se cansam de mim (triste reconhecer que cansam de verdade). Leio meus livros e escrevo meus textos antes de dormir (como fiz ontem, as 00:24, já que tinha que postar este texto no Mulher Ocupada naquele dia), mas só me interessa não perder de vista o banquete...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito contraditório quando nosso desejo de SER se esbarra nas necessidades do TER essenciais a eles (escola, curso de línguas, esporte, etc). Fazemos malabarismo com o orçamento doméstico para dar conta de tudo, e o “perigo” desse impasse é nos afogarmos nos afazeres enquanto os dias passam, sem piedade, por nós. Ficam o SER e o TER pela metade, incompletos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma amiga me enviou um artigo que abordava sobre um livro da filósofa e feminista francesa Elisabeth Badinter, contra as exigências da mãe perfeita. Mas será que é querer ser perfeita não se conformar em perder o banquete? Felizmente sou das mais imperfeitas possível, e dentro de toda minha imperfeição vou tentando usar e abusar da criatividade (que penso ser forte aliada à falta de recurso financeiro), maximizando meu tempo e burlando a Marta que vive batendo à minha porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda faltam cinco dias para terminar as férias, estou fisicamente muito cansada, mas emocionalmente muito feliz por saborear o precioso banquete da minha vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-2436029961552377629?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/2436029961552377629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/07/quero-ser-maria.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2436029961552377629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2436029961552377629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/07/quero-ser-maria.html' title='Quero ser &quot;Maria&quot;'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TE-Se-9HGBI/AAAAAAAAHbY/HuszUkZX_qg/s72-c/do+dia+27+ago.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-3896863885782272780</id><published>2010-06-28T21:02:00.009-03:00</published><updated>2010-06-29T21:21:02.147-03:00</updated><title type='text'>Despedida</title><content type='html'>&lt;div&gt;Meu rapazinho tem ursinho de pelúcia e, desde que nasceu, o adotou como seu companheiro noturno. Sempre dormiu com o bichinho. Seu amigão!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O que era um mimo virou um problema com o passar dos anos. Ele não conseguia deixar de dormir com seu Teddy (nome do ursinho).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Eu achava um absurdo um menino de oito anos ainda precisar de ursinho de pelúcia para fazer-lhe companhia. A “D. Culpa” me acusava de ter tropeçado em alguma etapa (ou, mais alguma) que fez com que meu rapazinho não vencesse seus medos noturnos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TCk4oKdDn8I/AAAAAAAAHZY/LxBxVayA4n8/s1600/Ursinho.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 141px; FLOAT: left; HEIGHT: 168px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487979883579809730" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TCk4oKdDn8I/AAAAAAAAHZY/LxBxVayA4n8/s200/Ursinho.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Toda noite eu perguntava a ele: “filho, você não acha que já tem idade para dormir sem seu Teddy?” e ele sempre dizia: “sem ele eu não durmo”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um certo dia, ele me pediu para comprar vinte pacotinhos de figurinha, e eu pensei: é agora! Negociei com ele a troca do urso pelas figurinhas. No primeiro momento, ele disse que não trocaria, e eu sugeri que ele pensasse no assunto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Naquela manhã ele foi guardar sua “muleta noturna” com uma carinha de pesar, como se estivesse se desculpando com o bichinho. À noite ele pediu para deixar o Teddy onde poderia vê-lo e, se sentisse necessidade, o pegaria para dormir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Acordou na manhã seguinte muito confiante, pois havia conseguido dormir sozinho. Propus mais um dia de teste para ele ter certeza de que não se arrependeria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ele conseguiu! E agora planeja ir a banca de revistas, comprar suas vinte embalagens de figurinhas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas vocês devem estar se perguntando: qual a importância desse fato tão bobo?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ele me leva a pensar em muitas coisas, como insegurança, coragem, escolha, vitória, mas foi o rompimento que mais chamou minha atenção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desde bem pequenos, temos que lidar com rompimentos. Começamos pelo cordão umbilical e terminamos com a nossa morte. E, com exceção desse último, esses rompimentos são necessários e saudáveis embora, em alguns momentos, dolorosos também.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por mais desprendidos que possamos ser, quando recebemos um “xeque mate”, engolimos seco e pensamos em recuar. Romper assusta. Em contrapartida, romper engrandece.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Aquela criança não sabia que não precisava mais daquele “amuleto”, por isso não queria deixa-lo. Ela criou uma falsa dependência que a impedia de libertar-se.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E nós também agimos assim. Ficamos presos a situações e a pessoas, que muitas vezes poderiam facilmente ser deixados, mas estamos tão viciados a elas, que parece que realmente são essenciais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando vemos que é possível sobreviver, sair ileso e, na pior das hipóteses, um pouco feridos, lamentamos não ter tido coragem anteriormente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É preciso coragem sim. Rompimentos não acontecem de um dia para o outro. A idéia vai sendo nutrida e as forças vão sendo armazenadas para o grande momento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu venho ensaiando a autonomia dos meus filhos há algum tempo. Sei que eles são capazes, estão preparados para essa independência (coerente com a idade deles), mas sou eu que preciso deixar meu “ursinho de pelúcia”. Alguém tem figurinhas para me dar? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-3896863885782272780?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/3896863885782272780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/06/despedida.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3896863885782272780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3896863885782272780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/06/despedida.html' title='Despedida'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TCk4oKdDn8I/AAAAAAAAHZY/LxBxVayA4n8/s72-c/Ursinho.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-4660807197959388038</id><published>2010-06-19T11:08:00.006-03:00</published><updated>2010-06-19T11:26:54.787-03:00</updated><title type='text'>Quem canta seus males espanta. E quem escreve também!</title><content type='html'>&lt;div&gt;Nem só de sol são feitos os dias. Às vezes, eles são tão cinza, que é melhor nem sair de casa porque a sensação é de que um raio cairá sobre nossa cabeça. E hoje acordei em um desses típicos dias cinza. Um mal humor que eu mesma não me suportava. O dia seria longo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Que atire a primeira pedra quem nunca se sentiu assim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Queria ficar calada, não fazer nenhuma das minhas obrigações, ficar quieta em casa, mas, absolutamente nada do que queria, eu podia fazer.&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TBzRRQ4zRLI/AAAAAAAAHXM/kVlsYdN90tg/s1600/Mal+humor.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TBzSyB5zxbI/AAAAAAAAHXU/LRHH0l1HvPY/s1600/Quem+escreve.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 182px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484490203176617394" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TBzSyB5zxbI/AAAAAAAAHXU/LRHH0l1HvPY/s200/Quem+escreve.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tive que conviver comigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conforme as horas foram passando, aquela comichão ia se remexendo dentro de mim, mas aguentei firme para não cuspir fogo nos que cruzavam meu caminho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi só no fim da tarde, quando consegui ficar sozinha, calada, é que pude refletir. Estava tudo terrivelmente bem comigo e com todos os que amo, então porque aquele azedume todo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dei-me conta de que estava na TPM.Detesto atribuir aos outros a culpa pelas minhas atitudes, mas essa maldita trinca de letras é mais complexa do que eu poderia prever.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu estava mal humorada por estar mal humorada, alguém consegue entender isso? Eu não! Se eu conseguisse me sacudir, não hesitaria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Calma, June! Calma! Vai passar...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Foi então, que comecei a escrever. À moda antiga: papel e caneta, nada de laptop. Escrever e rabiscar, ficar fazendo desenhos enquanto nada vinha à mente. Que doce remédio! Escrevi aleatoriamente, coisas soltas, talvez sem sentido, mas fui escrevendo como quem compõe uma canção. A minha canção de cura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Aquele mal humor foi se esvaindo, abandonando um corpo cansado de ficar carrancudo e comecei a suportar-me melhor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, foi um mal humor transitório. Tenho um colega que manda diariamente e-mail com o título “bom dia, Marília!” e ele explicou que Marília era uma funcionária tão mal humorada que quando ela chegava ao trabalho, ele ia logo dizendo com muita ênfase: “Boom diia, Marília” para ver se ela melhorava um pouquinho a cara. Que horror, que desperdício de vida!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Terminei o dia indignada por ter perdido um precioso dia com meu mal humor. Mas ele rendeu-me este texto, o que me faz confirmar que em tudo nessa vida, podemos tirar algo de positivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ainda bem que escrevi e espantei esse azedume de mim. Caso contrário, poderia ter ouvido: “boooa noooite, June!” e penso que não seria nada bom...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-4660807197959388038?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/4660807197959388038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/06/quem-canta-seus-males-espanta-e-quem.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4660807197959388038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4660807197959388038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/06/quem-canta-seus-males-espanta-e-quem.html' title='Quem canta seus males espanta. E quem escreve também!'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TBzSyB5zxbI/AAAAAAAAHXU/LRHH0l1HvPY/s72-c/Quem+escreve.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-4766094286622637933</id><published>2010-06-07T20:18:00.003-03:00</published><updated>2010-06-07T20:21:38.191-03:00</updated><title type='text'>Muito prazer! Quero apresentar-lhe a você mesmo.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TA1-3GYTgDI/AAAAAAAAHSI/qOFxgtZiabA/s1600/Who+are+you.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 147px; DISPLAY: block; HEIGHT: 120px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480175806650220594" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TA1-3GYTgDI/AAAAAAAAHSI/qOFxgtZiabA/s200/Who+are+you.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seria inusitado se alguém nos dissesse uma coisa dessa, uma vez que pensamos nos conhecer muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em parte, sabemos de nossas reações, nossos defeitos e qualidades, mas já vi gente se perder no meio do caminho e depois, não conseguir mais se reconhecer.&lt;br /&gt;Complicado, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já pensou como deve ser se olhar no espelho e, como diz a música do Lulu Santos, “a gente não se reconhece ali”. Acho que, em algum momento, todos nós já nos sentimos assim. Algo passageiro de resgate fácil. Se hoje eu “me estranhasse”, tentaria me reconstruir, porém um pouco melhorada (que óbvio!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos o que repetiram para nós anos e anos ou somos a libertação de um cárcere do destino, fazendo assim uma nova história, um novo autoconceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos nossas lutas, nNossas vitórias e derrotas, nossos erros e acertos. Somos nossa coragem e covardia, egoísmo e desprendimento, somos nosso carinho e nossas carências, mas grandiosamente, somos. E como isso é maravilhoso! Viver sem precisar que ninguém nos apresente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ser quem inventamos, mas somos realmente o que não dominamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você me perguntar como sou ou quem acha que sou, minha resposta obviamente irá depender de como você age/reage comigo, o que você permite que eu veja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uns, posso dizer que são amáveis, sensíveis, justos, inteligentes, encantadores ou até mesmo desligados. Os egoístas, insensíveis ou prepotentes, com certeza não ouvirão o que penso a seu respeito. Normalmente prefiro fazer suco saboroso e isso só é possível quando extraímos o melhor que percebemos no outro. Existem pessoas que olhamos para elas e dizemos: “não mudaria uma vírgula em você”. São aquelas que admiramos. Já outras... não vale a pena nem fantasiar uma mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que se esconde atrás de uma casca tão grossa que não conseguimos nem enxergar o que tem por dentro, mas usam isso para se proteger, porém, com o passar do tempo, essa casca vai se solidificando de tal forma, que fica difícil tirar o sujeito lá de dentro. Nem ele lembra mais quem é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tudo na vida, existe o exacerbado e o insignificante, mas buscamos mesmo é o ideal. E o ideal é olharmos no espelho e sentirmos que aquele que vemos somos nós mesmos, sem precisar que o outro “nos apresente”. Com todas as nossas limitações e imperfeições a auto-aceitação é fundamental. E, sentir um orgulho nada prepotente ou narcisista do que somos, é sinal de que tudo vai bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, depois de toda essa divagação, se por charme, ou por curiosidade você ainda quiser realmente saber o que penso a seu respeito, basta mostrar-se, terei o maior prazer em dizer o que vejo e apresentar-lhe a você mesmo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-4766094286622637933?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/4766094286622637933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/06/muito-prazer-quero-apresentar-lhe-voce.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4766094286622637933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4766094286622637933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/06/muito-prazer-quero-apresentar-lhe-voce.html' title='Muito prazer! Quero apresentar-lhe a você mesmo.'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/TA1-3GYTgDI/AAAAAAAAHSI/qOFxgtZiabA/s72-c/Who+are+you.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-4111595190973161220</id><published>2010-05-26T15:18:00.007-03:00</published><updated>2010-05-26T15:43:17.220-03:00</updated><title type='text'>De braços abertos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S_1qDn_x9oI/AAAAAAAAHRk/WA1ep4AGerk/s1600/JPG+bracos.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 149px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475649332461041282" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S_1qDn_x9oI/AAAAAAAAHRk/WA1ep4AGerk/s200/JPG+bracos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Hoje vou ser breve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estava revendo umas fotografias e me dei conta de uma constante: em várias ocasiões abro os braços ao ser fotografada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este fato hoje, especialmente hoje, chamou-me a atenção. Convidou-me a refletir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em primeira análise busquei identificar quando foram tiradas (se em viagens, corridas, festas). Em segunda análise, tentei resgatar na memória como me sentia naquele momento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Braços abertos são uma mistura de alegria, com liberdade, doação e gratidão. Tem de tudo um pouquinho. As vezes, até leve sacrifício em começar a fazer algo que não queria, mas que depois isto se reverte em profunda felicidade. Um ato involuntário, mas que vem como uma onda, da ponta dos pés aos dedos das mãos, espalhando-se em forma de sorriso estampado no rosto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Como em um desenho animado, uma florzinha enroladinha ao amanhecer, que ao ver o sol, se desenrola e abre suas pétalas alegremente, brindando um novo dia que acaba de chegar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Braços abertos para abraçar cada momento que foi eternizado através da foto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Braços abertos para agradecer a oportunidade de estar ali, naquele momento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Braços abertos como se eu fosse realmente sair voando por aí.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Braços abertos para a vida...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Cada uma tem vibração e intensidade próprias. Cada um tem seus motivos para abrir ou não os braços. Para agradecer ou lamentar, para ser livre ou preso nas cadeias criadas por si mesmo, que impedem de sonhar, de buscar novas alternativas ou até mesmo de usufruir cada preciosa gota de vida que nos é diariamente renovada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Armar ou desarmar, receber ou se trancar, doar ou negar? Tudo bem, passamos por momentos sem cor em que não é possível abrir os braços, mas nada nos impede de renascer, mais fortalecidos e dispostos a seguir em frente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para quem não experimentou, eu recomendo! Solte-se, abra os braços, como se fosse abraçar algo enorme, como a vida, por exemplo. Você vai perceber que, se esforçar-se, conseguirá abrir os braços ainda mais um pouquinho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-4111595190973161220?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/4111595190973161220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/05/de-bracos-abertos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4111595190973161220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4111595190973161220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/05/de-bracos-abertos.html' title='De braços abertos'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S_1qDn_x9oI/AAAAAAAAHRk/WA1ep4AGerk/s72-c/JPG+bracos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-7176841182296416028</id><published>2010-05-13T22:32:00.008-03:00</published><updated>2010-05-14T19:52:52.141-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S-ypGNBVW8I/AAAAAAAAHQA/lCrHVDnT2O0/s1600/40.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 173px; DISPLAY: block; HEIGHT: 276px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470933571387874242" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S-ypGNBVW8I/AAAAAAAAHQA/lCrHVDnT2O0/s400/40.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Faz algum tempo que assisti uma comédia romântica, daquelas “água com açúcar”, em que uma menina passa por um momento ruim e deseja ser mais velha. De repente ela tinha seus 30 anos de idade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não me lembro de desejar chegar aos 40, mas eles chegaram e estou sentindo-me tão jovem (em vigor e ânimo), que brinquei com um amigo: “acho que estou completando 25 anos”. (Como os parâmetros mudam depois de uma certa idade!). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Talvez a “melhor idade” deveria ser nessa fase da vida, onde gozamos de boa saúde, nosso corpo ainda nos obedece, nossa mente é absolutamente ativa, somos independentes, enfim, todos os argumentos para dizer e sentir que podemos usufruir intensamente dessa nova fase. Ela sim, é a melhor idade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O rosto mostra que alguma caminhada já percorri. Os fios de cabelos brancos comprovam que os problemas foram enfrentados com seriedade, o corpo maduro, ainda não passou do ponto e a experiência... ah, essa não tem preço. Não sabia aos 20 o quanto ela era valiosa. Pena que não podemos adquiri-la antes do tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mil idéias para comemorar a virada de década. Algumas não cabiam no bolso, outras não cabiam na agenda apertada, então sobrou a melhor das idéias, comemorar ao lado das pessoas que são importantes na minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Aos 40 anos, posso reconfirmar que o que temos de mais precioso, depois da nossa saúde, são as pessoas que escolhemos para estar ao nosso lado, trilhando os mesmos caminhos, rindo, chorando e sonhando. É ao lado dessas pessoas que quero comemorar (vou apenas sentir falta das que não moram aqui...).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Se fosse representar nosso ciclo de vida em um gráfico, penso que, os 40 anos seria aquele pontinho no ápice da representação. Agora é inevitável “descer a serra”, mas não uma descida triste, fúnebre ou decadente. Ela é alegre e divertida. Pode ser leve, se assim a permitirmos. Subimos tão rápido que a descida tem agora uma perspectiva diferente. Talvez seja nesse momento, que possamos contemplar a paisagem. Até aqui, a série de compromissos e almejos profissionais e pessoais, deixam sobrar pouco tempo para contemplação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para um corredor, a descida pode representar danos ao joelho (se não estiverem fortalecidos), mas é na descida também que um corredor pode soltar os braços para recuperar o fôlego da árdua subida que a precedeu. Então, vou soltar meus braços, segurar o corpo e proteger os joelhos para curtir deliciosamente esta descida que se inicia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando nos damos conta de que uma contagem regressiva irá nos alcançar é que revemos conceitos e escolhas. Se não perdermos a vibração, a energia e a alegria de viver, essa tal contagem regressiva vai encontrar alguma dificuldade para nos alcançar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Análise feita, compreensão concluída do que representa essa nova etapa, resta agradecimento por ter chegado até aqui, tão viva e tão cheia de sonhos e realizações. Pois, foi aos 40 anos, que descobri , que embora tenha vivido muito, sei que tenho a oportunidade de viver ainda mais. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-7176841182296416028?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/7176841182296416028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/05/faz-algum-tempo-que-assisti-uma-comedia.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/7176841182296416028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/7176841182296416028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/05/faz-algum-tempo-que-assisti-uma-comedia.html' title=''/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S-ypGNBVW8I/AAAAAAAAHQA/lCrHVDnT2O0/s72-c/40.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-6683414501865692396</id><published>2010-05-05T11:36:00.005-03:00</published><updated>2010-05-05T11:41:01.301-03:00</updated><title type='text'>Um alfabeto de planos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S-GC_NjZ1iI/AAAAAAAAHLk/1NFhh0F7cck/s1600/Alfabeto.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 131px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467795445086017058" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S-GC_NjZ1iI/AAAAAAAAHLk/1NFhh0F7cck/s200/Alfabeto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Cada doido com sua mania” e como boa maluca que sou, tenho, entre várias manias, a de fazer planos. Claro que tento usufruir bem deles enquanto estou viva. Afinal, defunto não tem voz.&lt;br /&gt;Faço planos e planos. Dos mais simples aos mais elaborados. E como todo ser que planeja, frustra também.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando percebi, trabalhava com várias alternativas, para os planos mais elaborados. A idéia era minimizar a frustração. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para cada “Plano A”, existia um “Pano B” e quando me dei conta, já tinha pensado no “Plano C, D, E...” Fiquei preocupada comigo mesma. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Amo surpresas, sair da rotina e, de repente, estava afogada em um alfabeto de planos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Assustador foi encontrar outros pseudo-estrategistas como eu. Outro dia, conversava com um corredor que tinha se programado para fazer uma prova de 10km em 48 minutos (até então seu tempo era de 50 minutos para este percurso). Seu primeiro plano era conseguir ultrapassar as pessoas na largada (tarefa árdua, quando se corre com cinco ou seis mil pessoas) e fazer o primeiro quilômetro em “x” minutos. Se não conseguisse cumprir essa meta, nessa primeiríssima etapa da prova, ele iria recuperar seu tempo, correndo o segundo quilômetro na velocidade “ y” e assim ele foi me contando todo o elaborado plano. Fiquei tão cansada que quase desisti de correr naquele dia. Porém, minha “ficha caiu”. Esse sujeito foi se divertir (corredores amadores, correm por prazer), completamente armado de planos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Dei um basta. Nada extremo, afinal, quem tem uma natureza voltada à organização, não sobrevive sem ao menos um planinho A ou B. Mas me dei conta de que esse negócio vira uma prisão. Sufoca qualquer ser. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Senti dó dos meus filhos, meu marido que estão sempre esperando pelo que planejei para o dia. E eles ficam tranquilos, porque se o planejado não der certo, sabem que tenho sempre alguns planos escondidos debaixo da manga. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nesses últimos dias, nessa nova experiência, estou conseguindo sobreviver muito bem sem meu alfabeto. A forma figurativa para descrever a sensação seria alguém me vendo passar pela rua com os pés flutuando sobre o asfalto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Agora, se a viagem de férias é para algum lugar que ainda não conheço, escolho o hotel pela aparência e não pela sua localização estratégica (convenhamos, estratégica para quê?). Se houver transferência de cidade no trabalho, deixo para conhecer a nova moradia pessoalmente. Nada de me antecipar na net. Se o final de semana está sem compromissos sociais, fico de bobeira até que surja alguma boa idéia (isso inclui a idéia de não sair de casa). Se passear no zoológico ficou impossível em função da chuva, uma locadora de filmes pode ser uma opção de parada na volta para casa. E assim caminha uma humanidade sem planos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não faço aqui, nenhuma apologia ao “deixe o mundo acabar em barrancos para eu morrer encostada”. Todo extremo é prejudicial. Quem não planeja é porque não sonha e, para mim, quem não sonha, não vive. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vamos encontrar o ponto de equilíbrio da balança. Nem tanto um alfabeto, nem tanto o analfabetismo. Apenas sem preciosismos. Curtição leve e feliz! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-6683414501865692396?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/6683414501865692396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/05/um-alfabeto-de-planos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6683414501865692396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6683414501865692396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/05/um-alfabeto-de-planos.html' title='Um alfabeto de planos'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S-GC_NjZ1iI/AAAAAAAAHLk/1NFhh0F7cck/s72-c/Alfabeto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-3844085760735777548</id><published>2010-05-01T17:47:00.009-03:00</published><updated>2010-05-01T17:54:49.260-03:00</updated><title type='text'>Distância de Segurança</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S9yTu84cTqI/AAAAAAAAHLc/aUb8j8GCigU/s1600/Mantenha+Distancia.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 159px; FLOAT: left; HEIGHT: 171px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466406482547068578" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S9yTu84cTqI/AAAAAAAAHLc/aUb8j8GCigU/s200/Mantenha+Distancia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Quando meus filhos eram bem pequenos (embora para mim ainda sejam), eles costumavam se queixar das agressões sofridas pelos coleguinhas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Apesar da grande vontade de dizer a eles: “quando te baterem, dê um empurrão nesse (a) garoto(a) para que ele (a) não te bata mais”. Nunca tive coragem de incentivar tal violência, até mesmo, porque o que sabemos é que “violência gera violência”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Então ficava o duplo sentimento. Queria que eles se defendessem e ao mesmo tempo queria defendê-los (acho que isso é normal em todas as mães, espero!). &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me da famosa “distância de segurança”, ou seja, ensinei a eles que, se um coleguinha tentasse bater, era para eles esticarem os bracinhos para frente e explicar que aquela era a distância de segurança, que, se o coleguinha ultrapassasse, a professora seria chamada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acho que funcionou bem, pois pararam de voltar mordidos para casa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E nós, adultos? Quando é que percebemos a necessidade de “esticar os bracinhos e dizer: essa é a distância de segurança”? Do que precisamos tanto para nos proteger? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Protegemo-nos de muitas coisas. Algumas óbvias, outras nem tanto. Sofrimento, perdas, maldades do mundo, amores, injustiças, despedidas, mudanças e até mesmo da felicidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caminhamos até certo ponto, mas da “linha amarela” para frente, tememos ultrapassar. Alguns mais corajosos, cerram os punhos e enfrentam a luta, mas a maioria de nós escolhe o caminho mais curto, que é o de evitar qualquer tipo de dor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ensinei isso aos meus filhos que, provavelmente, ensinarão aos seus filhos e assim sucessivamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segurança... uma das palavrinhas que fazem parte do nosso cotidiano e das nossas necessidades básicas. Maslow a descreve muito bem. Mas talvez, nosso instinto de autopreservação possa nos tirar oportunidades de crescimento. Se tenho o hábito de esticar os braços impedindo que o novo se apresente, a grande probabilidade é que eu me feche em meu mundinho seguro e previsível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabemos das nossas limitações, sabemos quando se faz necessário externar as “regras do jogo”, e assim viver um dia após outro, desejando que, em vários aspectos da vida, não seja mais preciso esticar os braços. E, pelo contrário, que possamos abri-los em forma de abraço para acolher nossas lutas, tornando-as mais leves, domáveis, porém sem permitir que cicatrizes sejam espalhadas em nossa existência. &lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-3844085760735777548?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/3844085760735777548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/05/distancia-de-seguranca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3844085760735777548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3844085760735777548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/05/distancia-de-seguranca.html' title='Distância de Segurança'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S9yTu84cTqI/AAAAAAAAHLc/aUb8j8GCigU/s72-c/Mantenha+Distancia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-6076657941878596471</id><published>2010-04-20T22:53:00.015-03:00</published><updated>2010-04-22T14:27:08.298-03:00</updated><title type='text'>Tempo meu, tempo meu, quem te roubou de mim?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S9CDL6xkoFI/AAAAAAAAHFk/ZwD5bD08_7w/s1600/Tempo+meu+tempo+meu.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 142px; DISPLAY: block; HEIGHT: 144px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463010588779389010" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S9CDL6xkoFI/AAAAAAAAHFk/ZwD5bD08_7w/s200/Tempo+meu+tempo+meu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Felicidade é algo indiscutivelmente pessoal. O que é ser feliz para um, definitivamente não se traduz em felicidade para outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos, diariamente, inúmeras oportunidades de refletir sobre nossa felicidade (ou infelicidade), mas, embora "clichê", vale dizer que "a vida é feita de momentos" e a perspectiva pela qual avaliamos e vivemos cada um desses momentos é que gera um saldo final em nosso "livro caixa", que pode ser positivo ou de total falta de reservas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter tempo para mim, é algo que faz-me sentir muito feliz, quando a perspectiva em questão é a minha liberdade. Há mais de um ano que faço parte de um grupo de pessoas que adora calçar tênis, colocar um short, uma camiseta e sair correndo pelas ruas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço do esporte um momento de dedicação pessoal. Três vezes na semana, há na agenda um momento exclusivamente meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quero forçar, se quero fazer subidas, trotes, ouvir música ou não, são escolhas que faço pelo simples fato de ser, naquele momento, dona de mim. Minha única cobrança são os ponteiros do relógio, que correm mais que minhas pernas. Se não fossem eles...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As corridas já me levaram a vários lugares e como viajar é também uma outra perspectiva de felicidade (pelo menos para mim), correr fora do Brasil fez parte dos planejamentos de início de ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, apesar de bem acompanhada por mais quatro amigas, embarquei com mala e cuia para outro país. Deixei para trás marido, filhos, trabalho e fui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso garantir que, mesmo quando a saudade batia, eu me sentia feliz por estar comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa sensação de liberdade é naturalmente engolida por nosso cotidiano e por nosso amor que também nos torna plenos e felizes ao lado das pessoas queridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do embarque ao desembarque, fui deliciosamente "eu"! Amo ficar com quem amo, adoro meu novo trabalho, mas convenhamos, comer sem ter que servir (e o melhor, comer quente), tomar um banho sem correria, dormir sem ter que levantar para fechar janelas ou cobrir os pequenos é uma sensação de total falta de compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem chamar isso de egoísmo. Foi mesmo. Mas que santo remédio para renovação de forças. Tenho energia estocada por um bom tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno trouxe gratidão. Graças a vida cheia de saúde e de pessoas queridas é que se torna possível experimentar outras nuances da felicidade. Descobri que o grande "ladrão" do nosso tempo, são nossas escolhas e elas as maiores responsáveis pelos conceitos de felicidade que carregamos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-6076657941878596471?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/6076657941878596471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/04/tempo-meu-tempo-meu-quem-te-roubaste-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6076657941878596471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6076657941878596471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/04/tempo-meu-tempo-meu-quem-te-roubaste-de.html' title='Tempo meu, tempo meu, quem te roubou de mim?'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S9CDL6xkoFI/AAAAAAAAHFk/ZwD5bD08_7w/s72-c/Tempo+meu+tempo+meu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-2979507447449306993</id><published>2010-03-29T16:52:00.011-03:00</published><updated>2010-03-29T17:37:08.424-03:00</updated><title type='text'>Fada existe?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S7EMzNIhDbI/AAAAAAAAG5I/j6xk52A33Cw/s1600/Fadinha.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454154697560624562" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S7EMzNIhDbI/AAAAAAAAG5I/j6xk52A33Cw/s200/Fadinha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;No finalzinho das férias, levamos as crianças para assistir "O fada do dente".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O filme conta a história de um jogador de hóquei, de segunda divisão, "especializado" em destruir não só os dentes de seus adversários, como também o sonho de muitas crianças que o admiravam.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mas as fadas o condenaram com uma dura pena: foi sentenciado a ser verdadeiramente um fada do dente por uma semana.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O filme transcorre com "o fada" esvaziando a dureza de seu coração e vivendo também as conquistas de seus próprios sonhos (que era voltar a ser um jogador de sucesso).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Voltamos para casa, com as crianças profundamente inclinadas a acreditar que a Fada do Dente existe.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Tratar os assuntos da fantasia por aqui, sempre foi pincelado com toque de racionalidade. Não de forma destrutiva, mas questionadora, para que as crianças tirassem suas próprias conclusões.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;É muito engraçado quando eles têm dúvida sobre algum assunto dessa natureza. Parece uma balança. Um lado se inclina para a razão, mas o coração é totalmente voltado para a fantasia.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O saci, o papai noel, o coelhinho da páscoa e tantos outros que para eles não passam de personagens de livrinhos, esbarraram agora com a "verdade" de um filme. Ele balançou a cabeça e a emoção. Fada existe?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na noite passada, um incisivo central abandonou uma boquinha feliz e não resisti a uma brincadeira. O dente que estava debaixo do travesseiro "desapareceu", e no lugar uma cédula enroladinha foi colocada.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Foi sensacional!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na madrugada, o dono do dente "capturado" acordou convicto de que tinha sido visitado pela fada do dente.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na manhã seguinte, fui questionada sobre quem realmente esteve no quarto (olha o racional brigando com a fantasia). Omiti, claro! E agora a dúvida paira no ar...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Incluir as crianças em nosso mundo real leva a um amadurecimento precoce. Tira a oportunidade de deixa-las "caminhar por ruas com pedrinhas de brilhante".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A escola vem atribuindo a estes pequenos, uma carga muito grande de responsabilidades. O mundo moderno, o futuro assustadoramente competitivo, nos pressiona contra parede, exigindo que façamos escolhas  do que é "melhor" para eles.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Eu vinha esquecendo que eles são crianças e, na noite passada, resgatei a alegria de ve-los sonhar, numa mistura "amadurecidamente infantil", de acreditar nos "contos de fada".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-2979507447449306993?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/2979507447449306993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/03/fada-existe.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2979507447449306993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2979507447449306993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/03/fada-existe.html' title='Fada existe?'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S7EMzNIhDbI/AAAAAAAAG5I/j6xk52A33Cw/s72-c/Fadinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-8931104966508612259</id><published>2010-03-24T21:59:00.012-03:00</published><updated>2010-03-25T16:25:03.371-03:00</updated><title type='text'>"Inutilidade" Humana</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S6q95c46QVI/AAAAAAAAG2M/rWmGC_Rl5UY/s1600/Inutilidade+Humana.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 141px; FLOAT: right; HEIGHT: 187px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452379093590491474" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S6q95c46QVI/AAAAAAAAG2M/rWmGC_Rl5UY/s200/Inutilidade+Humana.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Falamos tanto sobre o quanto o ser humano é frágil, sobre o quanto somos impotentes, mas sempre baseados no racional, ou no que lemos ou ouvimos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Enquanto gozamos de boa saúde, tudo isso fica numa esfera distante e inatingível, até que vem um insignificante mosquitinho, criado na casa de quem não deve cuidar nem do próprio umbigo, e te diz: vou te derrubar!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S6q9lNjpoSI/AAAAAAAAG2E/xxiQ02tw7LU/s1600/Inutilidade+Humana.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;E o pestinha derruba mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S6q9lNjpoSI/AAAAAAAAG2E/xxiQ02tw7LU/s1600/Inutilidade+Humana.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Derruba seu corpo, sua mente e suas emoções. É a verdadeira sensação de "inutilidade" humana. Eu estava com dengue.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Engraçadas são as perguntas: "como você pegou isso"? ou "onde você pegou isso"?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Onde, quando e como já nem me interessavam mais. Para ser sincera, não consegui nem espiritualizar a coisa e pensar no "por que". Eu queria mesmo é que Deus permitisse que eu "sobrevivesse".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Eu tinha que "sobreviver" a uma casa de pernas para o ar, ao dever de casa feito "meia boca", ao almoço no restaurante sem a menor vontade de tirar o carro da garagem (o que dirá fome, que era nula ou inexistente). E-mails pipocavam na caixa de entrada do computador, com assuntos para serem resolvidos, mas ficaram lá... sem solução.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A dor que nasce na ponta dos dedos dos pés e prolonga até os fios de cabelo, já nem era motivo de pedido de sobrevivência.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O que não tem remédio, remediado está (adoro isso). Deixei tudo pra lá. Fui assistindo ao caos passivamente. Vivendo literalmente um dia após o outro. Uma dor após a outra.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;E, como num passe de mágica, tudo desaparece. A cabeça volta a ter seu peso normal, o corpo começa a responder aos comandos da mente, o estômago abre a boca e grita com eco: "tô com fome!". E tudo começa a entrar nos eixos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os mosquitos continuam a circular , as pessoas continuam a não se importar com a própria segurança e com a segurança alheia (não estou generalizando), mas a vida segue seu caminho. Só me resta torcer para que esse surto passe logo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Xiii! Já estão falando de H1N1. Será que irão só variar o nome dos nossos temores?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ei-nos aqui, totalmente impotentes outra vez.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-8931104966508612259?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/8931104966508612259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/03/inutilidade-humana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/8931104966508612259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/8931104966508612259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/03/inutilidade-humana.html' title='&quot;Inutilidade&quot; Humana'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S6q95c46QVI/AAAAAAAAG2M/rWmGC_Rl5UY/s72-c/Inutilidade+Humana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-3652963850575266025</id><published>2010-03-17T14:39:00.016-03:00</published><updated>2010-03-17T17:49:09.373-03:00</updated><title type='text'>Um comentário infeliz</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S6EUSxuNd2I/AAAAAAAAG0A/78LGEv6RKZA/s1600-h/Coment%C3%A1rio+Infeliz.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 171px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449659336912369506" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S6EUSxuNd2I/AAAAAAAAG0A/78LGEv6RKZA/s200/Coment%C3%A1rio+Infeliz.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Estava na sala de espera de um consultório médico, no dia em que se comemora o "Dia Internacional da Mulher", quando um respeitável representante de laboratório chegou para uma visita.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Como esperado, ele parabenizou as mulheres presentes. Até aí, tudo normal.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Confesso que não me ligo nessas datas. Respeito quem as curte, mas para mim é uma grande besteira. Sou mulher todo dia, sou mãe todo dia, sou amiga todo dia, mas isso é outro assunto...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O ilustríssimo representante começou a "elogiar" sua esposa: "ela é uma excelente mulher. Arruma a casa como ninguém, é impecável para lavar minhas roupas. A comida dela ninguém faz igual. Se um dia ela me deixar, sei que serei um homem perdido".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Respirei fundo, contei até mil e fui (ou ele foi) "salva(o) pelo gongo". Envolvi-me em minha consulta e por algum tempo esqueci aquele homem.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Quando cheguei em casa e fui compartilhar o ocorrido, minha indignação voltou.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Não sou contra ninguém que curte cuidar da casa e faz isso com esmero, mas ser "reconhecida" como uma "grande mulher" porque os serviços domésticos são de extrema qualidade, foi demais para mim.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os atributos que ele vê na esposa são perfeitos para um anúncio de classificados de jornal: "Procura-se por uma doméstica que arrume bem, lave e passe com capricho, que seja exímia cozinheira, com direito a dormir com o patrão".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Elogios para uma esposa dedicada poderiam ser vários: carinhosa, cuidadosa, companheira, amiga, enfim, não faltam atributos para uma mulher que tem um serviço diário exaustivo dedicado à família.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Francamente, espero que essa mulher seja muito feliz com o marido que tem, porque se não for, que ela dê um pontapé bem forte no traseiro desse homem que teve a audácia de "elogiar" o fato dela ter tirado o lodinho do banheiro no domingo, enquanto ele estava jogando futebol. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Um verdadeiro comentário infeliz! &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-3652963850575266025?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/3652963850575266025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/03/um-comentario-infeliz.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3652963850575266025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3652963850575266025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/03/um-comentario-infeliz.html' title='Um comentário infeliz'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S6EUSxuNd2I/AAAAAAAAG0A/78LGEv6RKZA/s72-c/Coment%C3%A1rio+Infeliz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-5819697917689545418</id><published>2010-02-12T18:26:00.002-02:00</published><updated>2010-02-12T18:29:44.480-02:00</updated><title type='text'>Doente de Raiva</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S3W57SlMTTI/AAAAAAAAGvM/efPuDkThFxY/s1600-h/Doente+de+raiva.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 195px; FLOAT: right; HEIGHT: 170px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437456553370996018" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S3W57SlMTTI/AAAAAAAAGvM/efPuDkThFxY/s200/Doente+de+raiva.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Raiva, por si só, é uma palavra pesada. Saber que alguém ficou com raiva da gente ou, sentir raiva de alguém, é carga difícil de se carregar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provocar ou sentir mágoa, embora seja mais profundo para sentir, é mais leve ao falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fala é algo muito interessante e as “forças de expressão”, são ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ouvi várias e disse inúmeras. “Estou morrendo de fome” é uma das mais usadas e para quem me conhece, este é um mal que não me acomete fácil. Raramente sinto fome, o que dirá morrer “dela”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ficar “doente de raiva” foi uma experiência um tanto quanto divertida e construtiva. Calma! A raiva foi séria. Na hora tive vontade de dar um chute na canela de quem a provocou. Só que, no dia seguinte à raiva, perdi a voz e foi muito divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, pensei tratar-se de um quadro alérgico, só que não tinha nenhum precedente para tal. Depois pensei ser uma crise de asma despontando, mas não era nada disso (o pneumologista garantiu que minha capacidade pulmonar estava em excelente estado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então pensei: Deus é tão sábio, que me calou! Com todo respeito à inquestionável sabedoria de Deus, descobri o que aconteceu: meu emocional gritou tanto com a raiva que calou o meu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afônica. Foi assim que fiquei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raiva, agora passada, descobri que nem tão grande assim ela foi. Ficou resolvida no dia seguinte à sua “não explosão”. E eu sou lá de explodir por alguma coisa, ou com alguém? Normalmente escuto, reflito, pondero e resolvo, mas nunca com explosões. Só que, os efeitos dessa raiva específica perdurou por duas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi ótimo! Voltei para mim mesma na busca de uma cura que precisava ser interior. Ninguém pode me abalar nessa proporção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu falo muito. Muito mesmo! Exercitar o silêncio é uma dificuldade, quase tarefa impossível. Mas “doente” como estava, se quisesse voltar a falar, tinha que repousar a voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de telefone, nada de celular, nada de orientar as crianças. Falar com o marido, só ao “pé do ouvido”. Uma isenção total. Quase férias da “general” que vive em mim, ditando ordens para que eu tente manter a vida de todos em ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero não ficar um dia “louca de raiva”, pois não sei como meu corpo reagiria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-5819697917689545418?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/5819697917689545418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/02/doente-de-raiva.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5819697917689545418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5819697917689545418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/02/doente-de-raiva.html' title='Doente de Raiva'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S3W57SlMTTI/AAAAAAAAGvM/efPuDkThFxY/s72-c/Doente+de+raiva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-1859350992409446227</id><published>2010-02-12T18:24:00.002-02:00</published><updated>2010-02-12T18:25:50.977-02:00</updated><title type='text'>Adeus Quadradinhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S3W5QZWGx9I/AAAAAAAAGu8/9I_j50EYSmM/s1600-h/Adeus+Quadradinhos.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 198px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437455816452392914" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S3W5QZWGx9I/AAAAAAAAGu8/9I_j50EYSmM/s200/Adeus+Quadradinhos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Dois mil e nove foi um ano que terminou tão atropelado que nem tive tempo, ou inspiração, ou os dois juntos para escrever. Os “quadradinhos” ficaram inertes na página deste blog. Desculpem-me por isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no dia 31 de dezembro fiz aquele tradicional “balanço” para ver com que saldo iniciaria minha conta pessoal em dois mil e dez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do ano acabar, tive tempo de ler no blog “Arquivo XX” (&lt;/em&gt;&lt;a href="http://arquivoxx.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;http://arquivoxx.blogspot.com/&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; - recomendo!) um texto de Luciana von Borries que dizia, entre outras coisas muito pertinentes, que deveríamos tentar fazer uma lista de agradecimentos. E foi assim que comecei o “balanço”. Como as coisas mudam de perspectiva quando estamos dispostos a ver o seu lado positivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram tantos os motivos de gratidão: recuperação maravilhosa do infarto sofrido pela minha mãe, o diagnóstico em tempo hábil evitando o infarto do meu pai, o desenvolvimento normal dos meus filhos, meu marido me aturar por mais um ano (ai ai ai se ele confirmar esta fala...), minha casa gostosa e aconchegante, minhas viagens, minhas corridas, meus trabalhos na ONG, meus amigos, enfim, como a Luciana disse, a lista mental (a minha foi mental mesmo) foi ficando agradavelmente tão grande que sobrou pouco espaço para pedidos e promessas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de refletir sobre tudo de bom que Deus tem me presenteado, resolvi pedir paz. Apesar da paz gerada em função das coisas boas, eu quero para dois mil e dez, um ano de paz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço tantas causas alheias, sofro com várias delas, que paz cairia muito bem como motivo de gratidão na lista deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha casa sempre foi um reino de paz (exceto, claro, na hora do dever de casa das crianças, que normalmente é um momento desprovido de qualquer paz). Meu ambiente de trabalho foi repleto de paz (trabalhar com o objetivo de trazer melhorias às pessoas carentes, já traz uma paz “impagável”). Viagens, corridas, amigos que dão paz à alma. Então, o que pode tirar a paz de quem a tem suficiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma paz utópica... Desejar que os problemas dos outros não sejam tão sérios, que o trânsito seja menos violento, que a noite não seja movida por medos, que as escolas sejam ambientes seguros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paz que vem de dentro, esbarra na falta de paz dos tempos modernos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sonhadora que sou, não poderia deixar de pedir que neste ano, eu, você, todos nós, tenhamos um ano com um pouco mais de paz.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-1859350992409446227?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/1859350992409446227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/02/adeus-quadradinhos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/1859350992409446227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/1859350992409446227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2010/02/adeus-quadradinhos.html' title='Adeus Quadradinhos'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/S3W5QZWGx9I/AAAAAAAAGu8/9I_j50EYSmM/s72-c/Adeus+Quadradinhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-4497841203671999377</id><published>2009-12-07T22:05:00.003-02:00</published><updated>2009-12-07T22:08:04.922-02:00</updated><title type='text'>Quadradinhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sx2YzmTpNcI/AAAAAAAAGec/myw7FRuSvX8/s1600-h/Mosaico+quadradinhos.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 127px; FLOAT: right; HEIGHT: 134px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412650339392894402" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sx2YzmTpNcI/AAAAAAAAGec/myw7FRuSvX8/s200/Mosaico+quadradinhos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fui “presenteada” com oito folhas coloridas de papel colorset e a seguinte tarefa: cortar quadradinhos de aproximadamente um centímetro cada, ou seja, um verdadeiro “presente de grego”, isso sim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei tão absurda a tarefa que liguei para uma amiga para me certificar que havia entendido corretamente o dever de casa enviado aos pais. Fiquei bem desapontada quando ela me confirmou e ainda acrescentou o seu sentimento de solidariedade, pois ela já havia terminado os quadradinhos dela com um saldo nada positivo de efeitos colaterais (bolhas nos dedos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, lá fui eu executar minha tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguei a primeira folha e pensei: quantos quadradinhos seriam possíveis obter. Seiscentos! Risquei a folha que ficou fofa, parecendo mesmo um papel quadriculado e comecei a cortar. Verifiquei que era preciso nova estratégia, pois daquela forma passaria horas da minha tarde e noite de domingo para conseguir os dois mil e quatrocentos quadradinhos totais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda folha foi unida à primeira que estava devidamente riscada com a medida solicitada. Ainda não estava rendendo e passei a riscar somente as linhas horizontais de um centímetro. Juntava duas ou três tiras e pronto, lá iam caindo os felizes papeizinhos pela mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paciência começou a dar sinais de cansaço e as duas ou três tirinhas passaram a ser seis ou sete. Papel mais grosso, a mão começou também a reclamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira folha uniu-se a quarta, que foram transformadas em tirinhas e pequenos bolinhos de papel eram transformados em quadradinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da quarta folha em diante, as tirinhas já não eram tão regulares, os bolinhos já nem contava, a mão já tinha bolhas e os quadradinhos já não eram tão quadradinhos assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando comecei a achar uma certa graça interna com a minha impaciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho traços de perfeccionista, mas estou longe de ser e querer quadradinhos de um centímetro. Era demais para mim. Ver, ao final do trabalho, que meu quadradinhos não eram bem o que eu planejei no início, deixaram-me um pouco aliviada comigo mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que ando me cobrando menos? Será ando deixando um espaço para os erros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei esta avaliação muito promissora a respeito de mim mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas galinhas da angola e minhas vaquinhas voltaram a cobrar minha presença na varanda e isto representa um sinal de que voltei a correr, porém, mesmo correndo, estou dando conta de me permitir muitas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que os trabalhos enfadonhos nunca me levaram a lugar algum, sou agitada demais para eles, mas eu sabia que meus quadradinhos seriam para confecção de um mosaico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brinquei com um bocado de papéis aqui e ali, imaginado o que poderia formar, mas, nem mesmo esta motivação, foi suficientemente forte para eu exigir de mim a perfeição no corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, acho que serão mosaicos lindos, cada um tinha um pedacinho dos meus pensamentos, da minha dor, da minha raiva, da minha impaciência, do meu autoperdão, da minha diversão, da minha intenção... deve gerar peças bem malucas!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-4497841203671999377?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/4497841203671999377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/12/quadradinhos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4497841203671999377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4497841203671999377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/12/quadradinhos.html' title='Quadradinhos'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sx2YzmTpNcI/AAAAAAAAGec/myw7FRuSvX8/s72-c/Mosaico+quadradinhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-3057949131605198815</id><published>2009-12-07T22:03:00.003-02:00</published><updated>2009-12-07T22:05:33.139-02:00</updated><title type='text'>Eu não sei cuidar de flores</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sx2YKiWEizI/AAAAAAAAGeU/gI_TcphH4QY/s1600-h/Flores.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 177px; FLOAT: left; HEIGHT: 162px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412649633954695986" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sx2YKiWEizI/AAAAAAAAGeU/gI_TcphH4QY/s200/Flores.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desde a juventude é normal que as mulheres sejam presenteadas com flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comigo não foi diferente. Já ganhei inúmeras, até descobrir que uma margarida tem o mesmo valor que uma cesta repleta de flores raras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas toda vez é a mesma história. Ganho flores, enfeito a casa com elas, sinto-me feliz e logo em seguida, a decepção: não sei cuidar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas morrem por vários motivos: excesso de água, falta de água, excesso de sol, falta de sol, terra desnutrida, queda, enfim, qualquer coisa é motivo para que, não intencionalmente, eu assassine as pobrezinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu último aniversário, umas amigas me deram uma orquídea maravilhosa e resolvi encarar o desafio: esta não vai morrer. Comecei tudo errado, molhava a coitada todos os dias e uma vizinha me advertiu sobre esta falha. Elas precisam de umidade e não de “molhança”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okay, você venceu, florzinha! Vou estudar sobre você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse meio tempo, matei os lírios que uma amiga trouxe carinhosamente em dia que veio almoçar com a família. Fiquei arrasada com a perda, mas segui em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A internet é uma forte aliada quando precisamos saber algo sobre alguém, e este alguém é a Belinha (nome que dei para minha orquídea). Li sites e mais sites. Fiquei ainda mais confusa, mas selecionei informações que considerei úteis para a sobrevivência da Belinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que estou cuidando direitinho dela, pois desde maio ela sobrevive. Virou uma companhia. Converso, elogio, cuido. É quase uma flor-filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu lado prático diz: nada de animais, nada de plantas. Eles representam mais uma atividade no meu dia-a-dia. A minha lista de tarefas já é tão extensa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os animais, ainda continuo irredutível, embora meu coração balance por um cãozinho. Mas as flores... são tão frágeis, dependentes e, ao mesmo tempo, exigem tão pouco (se comparada a tudo que faço o dia inteiro). Achei-me preguiçosa ao me defender com sua ausência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casa com flores fica ainda mais alegre porque (é óbvio) elas têm vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou a passos tímidos, visitando floriculturas, trazendo plantas novas, escolhendo exemplares “diferentes” e pensando qual deve ocupar qual local da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um serviço? Talvez mais uma diversão que não havia me permitido por ter uma vida tão corrida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-3057949131605198815?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/3057949131605198815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/12/eu-nao-sei-cuidar-de-flores.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3057949131605198815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3057949131605198815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/12/eu-nao-sei-cuidar-de-flores.html' title='Eu não sei cuidar de flores'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sx2YKiWEizI/AAAAAAAAGeU/gI_TcphH4QY/s72-c/Flores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-3465022567494309613</id><published>2009-11-26T07:42:00.002-02:00</published><updated>2009-11-26T07:44:28.469-02:00</updated><title type='text'>Revendo Fotos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sw5N5cdpIVI/AAAAAAAAGYM/CJoqIix5eDI/s1600/foto.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408345851806949714" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sw5N5cdpIVI/AAAAAAAAGYM/CJoqIix5eDI/s200/foto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este ano, completo dezenove anos de formada, (por favor, não façam as contas) e como me dispus a ajudar na organização do evento, comecei a revirar umas fotos, em busca daquelas raridades que colecionamos ao longo do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma atividade que deveria durar poucas horas, pois, as fotos da turma foram rapidamente localizadas, se estendeu por vários dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguei todos (todos) os álbuns de fotos da família. Tem álbum espalhado por toda parte no meu quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui lá na minha infância e quando assustei, já estava na sala de parto para receber meus maiores tesouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi organizar o que estava bagunçado. Depois da era digital, só as pastinhas virtuais têm alguma lógica. O que foi sendo revelado, foi ficando em uma caixa, sem identificação de data nem de local. Deu (ainda está dando) uma trabalheira tremenda, mas está valendo a pena rever tantas pérolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver fotos sempre me traz boas recordações. Traz saudade também. Saudade daqueles que descobrimos que vemos tão pouco ou daqueles que sabemos não mais poderemos ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lágrimas e risos se misturaram nessa viagem no tempo. Mas não eram lágrimas de tristeza. Elas escorriam alegres pelo meu rosto. Senti saudade de mim, das minhas peraltices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia era eu que brincava no Parque, que hoje levo meus filhos para brincar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia era eu no clube, com o biquíni no pescoço, porque não tinha nenhuma “carne” para mantê-lo no peito. Hoje é a minha pequena que se vê desajeitada com suas peças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As farras no colégio, as férias no interior, reveillon e carnaval na praia, as festinhas na casa dos primos. Lembranças gostosas de cada viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as fotos de casamento? Aquelas que não vão para o álbum, mas que registram cada flagrante hilário. As roupas, meu cabelo, meu vestido (que até hoje acho lindo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas fotos... tudo com sabor de saudade boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que tem saudade que dói, mas a que senti vendo as fotos, era de profunda alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até minha mãe já foi criança, isso não é incrível? Eu achei! E meus filhos acharam esta constatação mais incrível ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles também se divertiram com as fotos. Queriam saber o que comiam, como falavam, como se comportavam, enfim, um pequeno resgate deles mesmos. Duro foi ouvir comentários do tipo: “mamãe, você era novinha aqui, hein?” ou “você ainda é linda, mesmo velhinha”... e assim têm sido nossos dias curtição das lembranças passadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos contam histórias e temos muitas histórias para contar. Talvez, as crianças não tenham compreendido, na essência, o sentido da palavra saudade, mas compreenderam porque nos empenhamos tanto em viver cada momento precioso ao lado deles, ao lado uns dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora eles querem registrar tudo Eles com a máquina e nós com o coração!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-3465022567494309613?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/3465022567494309613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/11/revendo-fotos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3465022567494309613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3465022567494309613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/11/revendo-fotos.html' title='Revendo Fotos'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sw5N5cdpIVI/AAAAAAAAGYM/CJoqIix5eDI/s72-c/foto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-6712492204547951082</id><published>2009-10-30T13:30:00.005-02:00</published><updated>2009-10-30T23:17:42.355-02:00</updated><title type='text'>A Língua</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SusHiebV75I/AAAAAAAAGM0/VYR81VrFAow/s1600-h/boi+lingua.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 143px; FLOAT: left; HEIGHT: 115px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398416867198365586" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SusHiebV75I/AAAAAAAAGM0/VYR81VrFAow/s200/boi+lingua.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existem certas “coisas” que se enquadram na categoria de alimentos, mas que não se enquadram em nada na minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por aqui tenho estômagos variados. Uns gostam de tudo e outros de nada, ou quase nada. O meu estômago poderia ser definido como enjoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparência é algo definitivo na minha alimentação. Se tem cara boa, penso que deve ser uma delícia, se tem cara ruim... Porém, mesmo com meu pré-julgamento, sou capaz de experimentar para confirmar ou refutar a aparência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me esforço em agradar o estômago de todos, e resolvi me aventurar a fazer uma língua de boi que pai e filho, insistiam em pedir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditem, isso é de comer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui ao supermercado e escolhi uma encolhidinha numa embalagem hermeticamente fechada (exagero puro). Trouxe-a para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro passo: ligar para mamãe. Segundo passo: Ouvir atentamente às suas instruções. Terceiro passo: Mãos à obra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãos? Não! Luvas. Era impossível encostar as mãos “naquilo”. Tinha que escová-la. Isso mesmo, escovar a língua. Igualzinho fazemos com a nossa. Na minha opinião deveria ser usado sabão, mas a sensatez da minha mãe descartou a idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esfreguei, esfreguei, esfreguei, torcendo para meu estômago não revirar. Joguei a escova novinha no lixo (que desperdício).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloquei a digníssima na panela de pressão e, enquanto ela cozinhava, tentava desviar meus pensamentos sobre o dono daquele órgão. Fui à Fazenda Canaã. Viajei pelas Minas Gerais, tentando criar um elo de simpatia para quebrar aquele “clima” de repugnância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma hora e meia mais tarde, veio o momento mais difícil. Tirar a “pele”. Pele? Meu Deus, é um couro! Não gosto nem de lembrar. Ainda de luvas, tirei tudo e continuava sem compreender como alguém é capaz de digerir “aquilo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminei a labuta, ou melhor, achei que tinha terminado, quando os olhos atentos de um admirador de línguas me repreendeu: _ Oops, tem muita coisa aí ainda para sair...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavei as luvas, lavei as mãos, joguei a toalha. Ele segurou as rédeas desse boi inerte e acabou a tarefa. Me entregou fatiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparei, servi e observei. Os homens da casa, comiam com uma típica “boca boa”. Já nós, as mulheres...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me aventurei a provar. Mas não tem jeito. É horrível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iguaria? Sei lá! Essa ameaçadora língua, que demorou quatorze anos para entrar na minha cozinha, terá que esperar outros quatorze para voltar. Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pensando bem, vamos ver o lado positivo da coisa, já pensaram se ao invés de língua eles tivessem pedido dobradinha (vulgo bucho de boi)?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-6712492204547951082?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/6712492204547951082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/10/lingua.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6712492204547951082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6712492204547951082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/10/lingua.html' title='A Língua'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SusHiebV75I/AAAAAAAAGM0/VYR81VrFAow/s72-c/boi+lingua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-6731733288674556870</id><published>2009-10-29T17:11:00.005-02:00</published><updated>2009-10-29T17:15:17.226-02:00</updated><title type='text'>Ninho Vazio</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SunpBgD5FgI/AAAAAAAAGMs/rwXYAre2r8w/s1600-h/Ninho.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 139px; FLOAT: right; HEIGHT: 109px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398101840375649794" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SunpBgD5FgI/AAAAAAAAGMs/rwXYAre2r8w/s200/Ninho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu tenho o privilégio de possuir um observatório natural em casa, capaz de me fazer refletir sobre vários momentos da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, em um desses momentos de observação, que acontecia enquanto as crianças brincavam alegremente pela casa, fui tomada por um pânico de silêncio. Foi como se eu tivesse saído daquele “plano” e fosse levada para outro totalmente desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez influenciada por um amigo, que me contava que a filha moraria um ano no Canadá, eu me senti dividida com a possibilidade absolutamente real disso acontecer. O silêncio era fruto de uma visão da saída dos meus filhos de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tão falado “ninho vazio” é inevitável e absolutamente saudável na vida de uma família. Mas comecei a me questionar sobre o que, efetivamente, estou fazendo para quando este momento chegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciranda do dia-a-dia deixa sobrar pouco tempo para este tipo de preocupação. Estamos tão felizes hoje, que parece que, pensar nessas coisas, é pura tolice.Vamos tocando o barco, seguindo a maré e podemos acordar em meio a um oceano de solidão acompanhada. E aí, a única coisa que pode acontecer é naufragar! O número de casais que se separam nessa fase de “ninho vazio” é grande. Por que isso tem acontecido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos diversos grupos de casais que participei, sempre ouvi falar sobre a necessidade de investir tempo no relacionamento, e penso que, de fato, tenho investido sim. Curto fazer surpresas, organizar viagens a dois, assistir filme juntinhos, preparar o prato predileto. E pergunto-me: quanto? Como? Será que serão suficientes para que o silêncio deixado pelos filhos não ensurdeça um relacionamento de anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “inclusão social” dos filhos em tudo que fazemos é simplesmente deliciosa e na maioria das vezes, prioritária, mas os programas a dois são tão importantes quanto. É preciso saber dosar, reaprender a viver a dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez li um texto que dizia que temos que nos casar com alguém com o qual gostamos de conversar. Concordo, mas acrescento a esta receita uma infinidade de “pitadas” de temperos úteis e indispensáveis para uma união feliz, principalmente após a saída dos filhos. Cada um que repense a receita mais apropriada ao seu tipo de vida e de relacionamento. Eu, começo hoje uma nova dieta, na qual a única coisa que quero perder, são as possíveis brechas da distância, para evitar que elas preencham o vazio deixado pelos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que quero um “ninho vazio” bem aconchegante e paradoxalmente, bem cheio de todo amor que transbordou em mim no dia em que entrei naquela igreja e disse que poderia amar e respeitar alguém tão especialmente escolhido, todos os dias da minha vida. Que essa “fala” seja livre como é meu espírito, leve como são meus pensamentos e forte como são meus sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo cogitar da idéia de me ver “condenada” a viver com alguém. Não quero como sentença, um fim de vida infeliz. Portanto é a hora (sempre é hora) de investir em nossos relacionamentos, lembrando que, em muitos momentos, a criatividade terá que superar as finanças.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-6731733288674556870?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/6731733288674556870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/10/ninho-vazio.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6731733288674556870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6731733288674556870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/10/ninho-vazio.html' title='Ninho Vazio'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SunpBgD5FgI/AAAAAAAAGMs/rwXYAre2r8w/s72-c/Ninho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-3669268196480627689</id><published>2009-10-05T21:31:00.007-03:00</published><updated>2009-10-06T19:51:51.738-03:00</updated><title type='text'>Quando a escassez chama-se abundância</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SsqQx57tIMI/AAAAAAAAGJg/y4u78oSNOnA/s1600-h/Escassez.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 171px; FLOAT: left; HEIGHT: 127px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389279091141451970" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SsqQx57tIMI/AAAAAAAAGJg/y4u78oSNOnA/s200/Escassez.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando a escassez chama-se abundância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho conhecido várias comunidades carentes ao longo deste ano, ao prestar serviços para uma ONG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As experiências têm sido enriquecedoras. Especificamente, nos últimos meses, quando venho realizando diagnósticos sócio-econômicos delas, aprendi um novo conceito: escassez é abundância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, “do mundo de cá” preocupamos em sobreviver, claro. Mas nossas preocupações passam, por exemplo, pelo valor que pagamos nas mensalidades da escola de nossos filhos. Eles, “do lado de lá” se preocupam com o valor do transporte para conseguir chegar à escola pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber que diferenças existem, é real, mas conhecê-las de perto é muito “impactante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter um saco de arroz e poder dividi-lo com um vizinho que só teve tempo de salvar o filho de 7 meses, antes que a enchente levasse tudo de sua casa, é sentir-se em situação de abundância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu não tenho muito, mas o que tenho dá para dividir...” São falas assim, comuns em comunidades carentes,  que nos levam a refletir sobre nossos valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu alguns lugares fui recebida em terreno baldio, pois não havia uma casa que comportasse um grupo de oito pessoas. Em outros, nos espremíamos, para que ninguém ficasse de fora. Em alguns, até serviam café. Crianças faziam desenhos para dar de presente. Eles sabem dividir sua escassez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Saiba onde está seu tesouro e lá estará seu coração”. E quais são, hoje em dia, os meus tesouros? Será que podemos considerar a nossa “escassez” como verdadeira abundância?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou otimista por natureza e grata a Deus de todo meu coração. Considero-me abençoada, protegida e em condição de abundância, mas sempre colocamos uma vírgula no caminho para uma míope escassez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se temos carinho demais, pensamos que talvez seja pouco, se temos dinheiro suficiente (veja bem, não disse demais, disse suficiente), achamos que é pouco. Armários e sapateiras cheios, é pouco. Despensa farta, poderia ter mais e assim, citar uma infinidade de exemplos de “escassez”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti vergonha ao achar que minha “modesta" abundância engana meus olhos e meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos pensam que moradores de comunidades, carentes vivem lá porque não têm ambição, são acomodados, falta-lhes garra ou vontade de vencer. Mas o que vi por lá, é bem diferente. Trabalham muito, arrumam tempo para estudar, defender seus direitos, buscar melhorias. Doam-se. Vivem, ou melhor, sobrevivem à tantas injustiças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para eles, diferente de nós do “mundo de cá”, sobreviver já é uma grande vitória. É abundância de vida!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-3669268196480627689?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/3669268196480627689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/10/quando-escassez-chama-se-abundancia.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3669268196480627689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3669268196480627689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/10/quando-escassez-chama-se-abundancia.html' title='Quando a escassez chama-se abundância'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SsqQx57tIMI/AAAAAAAAGJg/y4u78oSNOnA/s72-c/Escassez.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-2419122239522805603</id><published>2009-09-28T19:37:00.017-03:00</published><updated>2009-09-28T21:13:32.711-03:00</updated><title type='text'>De dentro de uma bolha de sabão...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SsE7BX1ikII/AAAAAAAAGDs/xRZUqkUDoCk/s1600-h/Bolhas+de+sab%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 168px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386651524076310658" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SsE7BX1ikII/AAAAAAAAGDs/xRZUqkUDoCk/s200/Bolhas+de+sab%C3%A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em plena quarta-feira pela manhã, brincava com as crianças de bolha de sabão e me diverti ao vê-las tão encantadas, descobrindo formas malucas, descobrindo o arco-íris, gritando de alegria quando surgia uma bem grandona que estourava ao tocar o chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugeri que cada um imaginasse que estava dentro da bolha e viajasse para algum lugar. Depois me contassem como achavam que seria esta viagem. Enquanto um chegou a lua a outra queria se aventurar na Disney, cada um com seus sonhos, suas viagens imaginárias de aventuras. Verdadeiros super-heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando fui me deitar, fiz a brincadeira comigo mesma. Onde gostaria de chegar? O que gostaria de ver? O que sentiria dentro da bolha de sabão, a minha bolha de sabão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ela voou para um tempo tão gostoso! Tempo em que eu acordava às cinco da madrugada e ía para a praia de Copacabana com meu pai, lá no finalzinho do Posto 6, acompanhar o arrastão... sempre ganhava minúsculos peixinhos que ficavam comigo no baldinho que eu havia levado para brincar nas areias do Posto 4. Não entendia porque nunca conseguia voltar para casa da minha tia com os peixinhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rio de Janeiro “sempre foi lindo” para mim. Na infância, na juventude, na vida adulta e penso que na maturidade ainda o será. E o encanto que sentia ao ver redes tão fartas, causava também compaixão para com aqueles pobres peixes que o arrastão tirava do mar. Eu não compreendia que era aquilo que trazia sustento aos pescadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo que o arrastão da vida nos tira o tempo para que possamos trazer sustento às nossas famílias também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahh o tempo... olha ele aí outra vez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo imaginar uma vida diferente da que tenho. Para muita gente foi uma verdadeira loucura abrir mão do meu trabalho, da minha carreira para dedicar-me à minha família. Por momentos, senti-me incompetente, pois a maioria das mulheres continuava suas vidas profissionais e eram mães, esposas, enfim, fazendo mil e uma coisas de uma só vez. Eu não poderia ser assim. Eu não daria conta de ser assim, tão multi, ultra, completa. Lidei com minha incompetência de forma prazerosa. Tem dias que um "pó do pirlimpimpim" cai bem, afinal não sou de ferro. Mas, são nos dias em que entro na minha bolha de sabão e viajo para minha infância, é que me lembro que tive pais levados pelo arrastão de compromissos. Eles sempre se esforçaram em promover momentos felizes, como os vividos nas areias de Copacabana, mas eram raros... mas nos fizeram "virar gente".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Dou meus pulos profissionais aqui e ali, para tentar ajudar nas finanças, pois o nosso desejo em “ter” tenta muitas vezes sufocar as maravilhas do “ser”. Mas “ter” faz parte da vida e desde que não prejudique ou desvirtue meu foco, ele é saudável e tangível. E sei que, em breve, poderei retornar para uma vida agitada. Mas não agora, não amanhã. Vai chegar o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, lá minha bolha, que passava pela minha infância, eu vi o quanto sou feliz. Sou uma privilegiada. Não são todas as pessoas que podem (outras não querem) levar esta vida. Sei que Deus realmente cuida de detalhes que podem ser importantes para nós. Não poderia ser diferente do que sou. Não poderia ter feito escolhas diferentes das que fiz. Hoje, eu gostaria de chegar justamente onde estou. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-2419122239522805603?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/2419122239522805603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/09/de-dentro-de-uma-bolha-de-sabao.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2419122239522805603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2419122239522805603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/09/de-dentro-de-uma-bolha-de-sabao.html' title='De dentro de uma bolha de sabão...'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SsE7BX1ikII/AAAAAAAAGDs/xRZUqkUDoCk/s72-c/Bolhas+de+sab%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-5707048859072704083</id><published>2009-07-31T18:58:00.007-03:00</published><updated>2009-07-31T20:26:34.407-03:00</updated><title type='text'>Divertindo com os cheiros...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SnN9n6HyY1I/AAAAAAAAFiU/RKculyySn0w/s1600-h/Cheiro.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 129px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364769705698681682" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SnN9n6HyY1I/AAAAAAAAFiU/RKculyySn0w/s200/Cheiro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem não gosta de um cheiro bom? Nunca estudei sobre o assunto, mas os cheiros, ao menos para mim, exercem uma atratividade muito interessante. Seja o cheiro que for: de flor, de comida, de perfume, de limpeza, enfim, cheiros bons não faltam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cheiro seduz. E como! Seduz o estômago, o coração e outras coisas mais... E não há nada melhor que usá-lo intencionalmente, brincar com o apetite alheio, reviver boas lembranças e criar lembranças futuras. Deixar um rastro de imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo alérgica, sempre gostei de suaves perfumes. Mas na gravidez, este prazer virou aversão. Qualquer cheiro bom se tornou insuportável. Não se tratava de enjoo, mas eu me sentia como um cachorro de caça que sente de longe o cheiro da presa, e no meu caso, eu não queria atacar a vítima perfumada, eu queria era distância dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidez passou, o bebê nasceu e nada de perfumes! Não sabia como me livrar daquele faro de cachorro que tanto me perseguia. Descobri os cremes, ou melhor, a tolerância pelo cheiro dos mesmos. Foi uma boa saída. Ganhei um bem gostoso de uma amiga, porém maldosamente importado, não encontrava aqui para comprar. Entrei em desespero ao observar que seu volume só diminuía a cada dia. Encomendei a um amigo viajado que trouxesse outro i.g.u.a.l.z.i.n.h.o. Ele trouxe, errado, porém infinitamente mais gostoso que o outro. E assim, fui descobrindo novos cheiros, me divertindo com as experiências de agradar-me em primeiro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto escrevia lembrava do cheiro de maçã com canela de Gramado, chocolate quente de Lavras Novas, o perfume da pessoa amada, bacon na panela, álcool de lavanda, bebê limpinho, sabonete de ervas. Tem alguns cheiros, quase odores que ao invés de repelir, trazem boas lembranças: maresia com mangue e poluição na chegada do RJ, copo de plástico guardado no armário da minha avó e cuidadosamente banhados com água fervente, a morrinha do travesseiro do filho, o cheiro do cachorro molhado que tive por pouco tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje meu cheiro reflete meu humor, ou meu estado de espírito. Se mais vibrante uso um, se mais introspectiva uso outro (xiii este vai vencer no pote...), se mais apaixonada outro. E isso não é divertido? &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-5707048859072704083?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/5707048859072704083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/07/divertindo-com-os-cheiros.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5707048859072704083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5707048859072704083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/07/divertindo-com-os-cheiros.html' title='Divertindo com os cheiros...'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SnN9n6HyY1I/AAAAAAAAFiU/RKculyySn0w/s72-c/Cheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-667153352185581071</id><published>2009-07-29T19:42:00.005-03:00</published><updated>2009-07-29T20:05:01.591-03:00</updated><title type='text'>Pisando na Bola</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SnDQmN8YIuI/AAAAAAAAFiE/EUrH6dnZVe8/s1600-h/Pisando+na+Bola.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 156px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364016511194768098" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SnDQmN8YIuI/AAAAAAAAFiE/EUrH6dnZVe8/s200/Pisando+na+Bola.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Faz algum tempo que escrevi sobre ovos pisados, verdadeiras omeletes na vida das pessoas. Com esses, lido perfeitamente bem e sem culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quero digerir sobre as tão faladas “pisadas na bola”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termo trazido do esporte e tão bem apropriado para definir nossos chutes errados pelos campos do dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é fato: as palavras, depois que deixam nossa boca, não voltam mais. E tentar remediar o irremediável, torna-se tarefa árdua, requer paciência, perseverança e principalmente, tempo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Magoar alguém que amamos, deveria ser totalmente evitável, mas infelizmente o fazemos sem perceber. Ferimos gravemente o outro e nos sentimos feridos por causar tamanho estrago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torna-se mais fácil obter o perdão do ferido, do que exercitar o autoperdão. Passamos dias relembrando as infelizes palavras ou comentários externados. O gramado está à nossa frente. E a bola amassada não sai do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coração fica apertado, culpado e triste. Como se um pedacinho dele tivesse sido arrancado e agora não mais resgatado. Foi embora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O velho ditado diz que errar é humano... mas quem está preparado para errar com aqueles pelos quais se nutri sentimentos amorosos? Achamos que conhecemos tão bem o outro, que não passa em nossa cabeça que somos capazes de errar, mas vem um deslize, erramos e apenas nos resta tentar consertar. Sem juiz ou torcedor, recolhemos a bola, a levamos ao meio do campo com a intenção de recomeçar um novo jogo com a atenção redobrada, para não estragar tudo novamente...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-667153352185581071?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/667153352185581071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/07/pisando-na-bola.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/667153352185581071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/667153352185581071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/07/pisando-na-bola.html' title='Pisando na Bola'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SnDQmN8YIuI/AAAAAAAAFiE/EUrH6dnZVe8/s72-c/Pisando+na+Bola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-2457329444358839521</id><published>2009-07-02T17:44:00.009-03:00</published><updated>2009-07-29T20:05:33.150-03:00</updated><title type='text'>Curtindo uma Virose</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sk0cddz8zbI/AAAAAAAAFJM/Lu_RKY3uOks/s1600-h/Virose.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 212px; FLOAT: left; HEIGHT: 211px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353966824557694386" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sk0cddz8zbI/AAAAAAAAFJM/Lu_RKY3uOks/s320/Virose.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de “derramar-me” inúmeras vezes e descobrir que o que eu tinha, era aquela típica classificação dada pelos médicos que nunca sabem o que temos, passei a mão na minha virose, como quem pega uma bolsa que estava jogada em cima da mesa, e fui pra minha cama outra vez. Achei mais prudente ficar em casa, evitando assim, maiores incidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o corpo mole e uma preguiça atípica para meus agitados finais de semana, resolvi não querer tentar ser forte. Até tomei meu banho para me arrumar para ir à igreja, mas o ritual limitou-se ao banho. Vesti uma roupa bem confortável, arrumei as crianças, que seguiram alegres e livres de virose, para encontrar com seus coleguinhas da escola dominical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fiquei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com inúmeras coisas a fazer, optei por não fazer nada! Dei-me de presente a “curtição” da virose. O sol de inverno estava convidativo. Peguei um livro que estou relendo e subi para meu cantinho de leitura. Fiquei deitada na rede com as pernas banhadas pelo sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li, parei de ler, observei o céu azul, balancei na rede, cochilei deliciosamente aquecida. Não resisti e desci as escadas correndo em busca do meu caderninho de rabiscos, para começar a escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei para rede. Vi-me sozinha, porém acompanhada dos adornos que raramente enxergo. Fui brindada pelo vento que fazia ecoar o leve bater dos sinos. Nuvens instigando a imaginação. Minhas vaquinhas e galinhas da angola, que ficam dependuradas no telhado da varanda, pareciam se alegrar com minha calma presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo em seu devido lugar. Uma paz que só é possível experimentar quando esquecemos das cobranças do tempo. Hoje ele não me exigia nada. Ele era só meu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia praguejar tão chata virose, que revira meu estômago e intestinos, mas seria injusta, em não reconhecer seu despretensioso poder “ABS” de me fazer parar de forma segura e curtir este meu cantinho que usufrui tão pouco de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não preciso de mais viroses para diminuir o meu ritmo. Só preciso ficar atenta para voltar a presentear-me com momentos de individualidade que, muitas vezes, me recuso a aceitá-los, por querer sempre incluir os que amo em tudo que faço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O soninho preguiçoso está batendo em minha rede outra vez. Desculpem-me, vou render-me a ele novamente... bons sonhos para mim...zzzzzz&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-2457329444358839521?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/2457329444358839521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/07/curtindo-uma-virose.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2457329444358839521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2457329444358839521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/07/curtindo-uma-virose.html' title='Curtindo uma Virose'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sk0cddz8zbI/AAAAAAAAFJM/Lu_RKY3uOks/s72-c/Virose.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-5354651125625813172</id><published>2009-06-20T21:07:00.004-03:00</published><updated>2009-06-20T21:21:26.176-03:00</updated><title type='text'>Eu e os livros</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sj16VwkPqTI/AAAAAAAAErI/WC6DfzV7FVg/s1600-h/kb%C3%B4.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 138px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349566446618782002" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sj16VwkPqTI/AAAAAAAAErI/WC6DfzV7FVg/s200/kb%C3%B4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é segredo para ninguém que a minha terceira paixão são os livros. Amo-os de todo coração, o que pode ser incompreensível para muita gente. A minha a relação com aqueles aglomerados de papel cheios de vida, vai além do convencional. Preciso tocá-los, senti-los, precisam ser meus. Algo bem possessivo, e mesmo com toda minha inclinação para o novo e para o avanço tecnológico, o famoso &lt;em&gt;e-book&lt;/em&gt;, bem como o &lt;em&gt;audiobook&lt;/em&gt; ainda não conseguiram me seduzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de vários estilos, vários autores, mas há três anos ganhei de uma amiga querida, um livro “viajante”. Ela me propôs uma espécie de “clube de leitura” para discutirmos o tal livro. A autora é de uma criatividade incrível e uma capacidade de materializar o impossível que me faz encantada pela estória (que parece não ter fim). Graças a estes livros, minha obsessão em viajar ganhou novo objetivo: a Escócia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dominar a língua inglesa configurou-se agora em um enorme problema em minha vida. Estes amados livros são lançados em português, uma vez ao ano, ou seja, quando acabo um volume, preciso esperar mais um ano para conseguir ter o próximo. Tudo bem que cada volume tem em média 800 páginas, mas elas esvaem-se em poucos dias e fico impotente diante disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano, li os primeiros capítulos, como um esfomeado devora uma mesa farta. Mas quando percebi que, naquele ritmo, eu terminaria o livro rapidamente, comecei a economizá-lo. Parece papo de gente doida, mas acreditem, não sou tão doida assim. Ficava três ou quatro dias sem ler, na esperança de adiar mais um pouco a despedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que não teve jeito... chegou um momento em que eu precisava saber o que aconteceria e lá estava eu nas páginas finais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais divertido é que no tempo de “abstinência” eu discutia comigo mesma sobre as possibilidades da continuidade do livro. Normalmente a autora faz tudo fora do previsível, o que nos deixa com um “gostinho de quero mais” bem aguçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto (dos sete volumes) acabou, e fiquei com uma sensação de perda. Vivo uma espécie de luto. Vou digerindo esta quase tristeza na esperança de uma ressurreição, que pode vir através de um outro livro qualquer. Mas preciso de ao menos uma semana para começar nova viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro bom é assim, não gosto de despedir-me dele. Como sei que encontrarei outro, passo os dedos pela estante dos que ainda não li e troco olhares com cada um deles, na busca de novos personagens, novos lugares, novo encanto. Ao encontrá-lo, torna-se inevitável embarcar nos momentos de alegria das pequenas folgas diárias, mesmo sabendo que novo luto virá, nova busca, novo encontro, nova alegria... enquanto existirem bons autores, este ciclo não terá fim (ao menos para mim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Para quem quiser algo “viajante” para se distrair, indico os livros da Diana Gabaldon.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-5354651125625813172?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/5354651125625813172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/06/eu-e-os-livros.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5354651125625813172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5354651125625813172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/06/eu-e-os-livros.html' title='Eu e os livros'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sj16VwkPqTI/AAAAAAAAErI/WC6DfzV7FVg/s72-c/kb%C3%B4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-7995610785824914346</id><published>2009-06-16T21:23:00.008-03:00</published><updated>2009-06-17T23:07:38.099-03:00</updated><title type='text'>Abrindo o coração...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sjg3nTtEbVI/AAAAAAAAEos/HJtAPI_S-Zs/s1600-h/Declara%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 242px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348085705946197330" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sjg3nTtEbVI/AAAAAAAAEos/HJtAPI_S-Zs/s320/Declara%C3%A7%C3%A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Como vivo um momento de intensa paixão e reflexão sobre todas as coisas que estão acontecendo em minha vida, penso que a passagem do Dia dos Namorados me fez pensar um pouco mais atentamente sobre o amor. Principalmente porque neste ano foi um dia comemorado de forma bem diferente, pois foi regado a luz de velas, um jantar nada convencional com bastante peixe cru, um casal de namorados e... duas crianças! Divertidíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que atire a primeira pedra quem nunca se apaixonou, gostou, ou, apenas flertou inúmeras vezes na vida. Quem já não teve muitas certezas e dúvidas também (normalmente as últimas se sobressaem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu "currículo" amoroso é bem sucinto e predominantemente recoberto por defesas “inconscientes” no sentido de ter vários, porém curtos envolvimentos, evitando a provável prisão ou posse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu primeiro “namorado” foi aos oito anos de idade e ele era do meu tamanho (vale observar que sempre fui a menor da sala e encontrar alguém que me olhava “de igual para igual” era mesmo apaixonante). Este namoro durou o tempo que ele permaneceu na escola, nem me lembro mais, e a única coisa que tínhamos como namorados era o “título”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos onze anos a paixão arrebatadora era novamente por um coleguinha de sala, também pequenino, como eu, porém muito compenetrado, certinho e pouco criança. Isso me incomodava bastante e eu dava muitos “tumés” em prol de um bom banho de piscina na casa de uma amiga que morava em frente a escola. O namoro era muito inocente e não passava de jogos de ping-pong no recreio, divisão do lanche e andar de mãos dadas. Eu queria mesmo era estar com minhas amigas e brincar (naquele tempo, ter onze anos ainda era ser uma criança).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo foi passando e um namorico aqui outro ali sem nenhum compromisso, sem contar para a mãe e muito menos levar em casa. Meu pai era uma FEEERA e eu jamais me arriscaria a passar vergonha com sua cara de “poucos amigos”. Definitivamente não queria ninguém na minha cola, me controlando (já tinha um pai controlador demais para aceitar outro “sujeito” mandando em mim) e meus namoros se resumiam a três ou quatro meses no máximo! Sabia que uma hora teria que sossegar e começar a captura por um príncipe encantado (qual menina não sonhou com um?). Aos vinte, levar uma vida de maluquinha (embora, sempre muito ajuizada) começava a já não ser tão interessante assim. Minhas amigas “namoravam sério” e eu sobrava como aquele terrível jiló reapresentado no jantar. Perambulei com meu coração por muitos lugares e cidades, até que encontrei um experiente pescador, que atirou a isca e fisgou o peixe... Lá estava eu enroscada nas redes do amor. Logo eu... No início parecia uma “canoa furada”, mas com o tempo, percebi que estava em uma rara e luxuosa embarcação, um verdadeiro porto seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele era (é) tudo que eu sempre quis (cada um que faça sua lista de requisitos, mas a minha era bem prática e compreendia uma busca por algo como dedicação, fidelidade, companherismo, amor sincero, enfim, um príncipe não tão fácil de se encontrar no século XX que oferece homens imediatistas, inseguros e egoístas). Apesar de sonhadora, meus pés sempre foram fincadíssimos no chão da realidade. Mas eu sabia que ele era “a vida que eu queria bordada na minha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficar com alguém com o qual irá se propor não somente a viver as delícias de estar ao lado da pessoa amada, mas também ser capaz de encarar um pote de sal para comerem juntos é uma decisão, uma escolha. Tudo bem que tenho só dezessete anos de caminhada, mas atravessar rios mansos ou mares agitados nos faz sempre aprender algo. Embora saiba que tenho muito a aprender. Aprendi que o amor é mesmo uma plantinha e precisa ser cuidada. Precisa da luz do outro, mas precisa do ar da preservação da individualidade, precisa da água da renovação e um solo rico em nutrientes de respeito, segurança e amizade. É esfomeado, precisa ser alimentado diariamente, caso contrário, morre por inanição. E ser eterno enquanto dura é uma decisão individual e ao mesmo tempo conjunta. E eu prefiro acreditar que irá durar para sempre, mesmo tendo consciência que “sempre não é todo dia”. Hoje amo-te demais, mas amanhã posso estar menos tolerante e depois de amanhã te amar loucamente outra vez. Queria que fosse incondicional, mas o fato de sermos de carne e osso nos impede de vivê-lo dessa forma (acho que só nossos filhos experimentam esta nossa forma de amar). É divertido, e se assim o direcionarmos, é realmente fantástico! Romântico? Depende dos momentos que nos propomos a criar para colori-lo (mesmo que o jantar a luz de velas venha acompanhado por duas crianças, que de certa forma, poderão aprender o quanto é importante manter vivo tudo que há de bom entre duas pessoas que se amam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaração ou não, sei quem escolhi e sei o que escolhi,  escolhi “te amar por toda minha vida”... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-7995610785824914346?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/7995610785824914346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/06/abrindo-o-coracao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/7995610785824914346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/7995610785824914346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/06/abrindo-o-coracao.html' title='Abrindo o coração...'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sjg3nTtEbVI/AAAAAAAAEos/HJtAPI_S-Zs/s72-c/Declara%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-5708146688522588206</id><published>2009-06-06T15:08:00.005-03:00</published><updated>2009-06-06T15:13:23.123-03:00</updated><title type='text'>Minhas Andanças</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SiqxrOPgbDI/AAAAAAAAEkk/ypZifuIF2GI/s1600-h/Caminhando.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 160px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344279263944141874" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SiqxrOPgbDI/AAAAAAAAEkk/ypZifuIF2GI/s200/Caminhando.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na semana passada, troquei minhas andanças de carro por andanças com meus próprios pés. Contei com o apoio do transporte coletivo também, mas era quando eu o via partir que enchia-me de uma alegria boba em poder caminhar livremente, e foi bem interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perspectiva de quem guia um carro a caminho de casa é totalmente prática, objetiva e acontece quase que por reflexo. É sair da avenida principal do bairro, entrar à direita, seguir até o fim da rua, virar à direita novamente, mais algumas quadras e pronto! Controle remoto na mão, abre-se o portão da garagem, sai do carro rapidinho para evitar que o alarme do prédio comece a gritar aos ouvidos, fecha-se a porta de vidro e o retorno é concluído com sucesso. É tão automático que nem vemos acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perspectiva do pedestre pode até ser prática e objetiva, mas a minha não era. Mudar de perspectiva é algo que deveria ser experimentado por todos. Não digo só quanto a estas coisas quase banais. Refiro-me à capacidade de pensar sobre como o outro se sente em determinada situação ou vê algo que você também vê, porém de forma diferente. Chamam isto de empatia. Eu chamo de condição indispensável para um bem viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando às minhas andanças, conhecer as calçadas do meu bairro foi uma experiência muito bacana. Enquanto motorista, podia fechar os olhos e fazer o trajeto mentalmente, visualizando casas, edifícios, uma coisa aqui, outra ali. Mas agora, pude ver que, na casa verde tem um quadrinho com bonequinhos de mãos dadas, dependurado na porta. Pensei que ali, provavelmente, morava algum casal bem feliz. Que nas casinhas geminadas de portão branco, o jardineiro é o mesmo, pois as plantas são idênticas e caprichosamente cuidadas. Que, em frente ao edifício de lajotas azuis, é impossível caminhar, pois as árvores ainda estão baixas e elas me fazem lembrar da Praça de Ubá onde eu sempre admirava na infância aquelas árvores com suas formas e folhas cortadas por pessoas que eu pensava tratar-se de cabeleireiros de árvores (de tão certinhas que eram).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chego em casa, troco o controle remoto pelo molho de chaves, utilizo um portão que raramente faz parte do meu dia-a-dia. Subo as escadas com calma, alcanço o alarme e entro tão despreocupadamente quanto estive durante a caminhada. É uma espécie de “entorpecência” causada pela mais boba alegria de poder ver o que sempre esteve à minha frente, porém, em outra perspectiva e posso garantir que, além de fazer bem para o corpo, fez muito bem para os pensamentos que puderam desacelerar comigo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-5708146688522588206?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/5708146688522588206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/06/minhas-andancas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5708146688522588206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5708146688522588206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/06/minhas-andancas.html' title='Minhas Andanças'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SiqxrOPgbDI/AAAAAAAAEkk/ypZifuIF2GI/s72-c/Caminhando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-2729820074422689959</id><published>2009-06-03T20:38:00.011-03:00</published><updated>2009-06-03T21:37:16.096-03:00</updated><title type='text'>Procura-se uma “Tia Torta”</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SicSGsaEFCI/AAAAAAAAEkU/V9dYds6-fxE/s1600-h/Tia+Torta.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343259389107377186" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SicSGsaEFCI/AAAAAAAAEkU/V9dYds6-fxE/s400/Tia+Torta.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;Ontem recebi um carinhoso comentário no blog, a respeito dos textos que escrevo. Quem o fez intitulou-se como minha“Tia Torta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revirei minha memória, abri pastas e pastas de arquivos mentais em busca da "torta parenta".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós temos um parente torto, não é mesmo? Eu, não sendo diferente de ninguém, tenho vários. Primo, prima, sobrinho, irmão, tio, tia e até filho (este chegou faz pouco tempo). Portanto, como a dica foi a de se tratar de uma tia, conectei todas as pessoas possíveis e imagináveis em minha memória, mas não encontrei minha querida Tia Torta. A esta altura, ela já é querida, claro! Como toda boa mineira, jamais deixaria de acolher os que participam da minha nova casa de devaneios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, seja muito bem vinda, Tia Torta! Eu que achava que tinha três seguidoras (Pedrita, Popó e Sônia), fico feliz em saber que tenho mais uma. Você mexeu com minha imaginação e minha curiosidade, por isso não resisti à brincadeira. Lembrei de parentes que há anos não vejo e outros, que já nem me lembrava mais, surgiram na árvore genealógica que desenhei. Todos brincaram com minhas recordações de infância. Até com os mais carrancudos me diverti...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te espero em nosso próximo encontro virtual! Quem sabe, nem é tão virtual assim???&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-2729820074422689959?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/2729820074422689959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/06/procura-se-uma-tia-torta.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2729820074422689959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/2729820074422689959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/06/procura-se-uma-tia-torta.html' title='Procura-se uma “Tia Torta”'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SicSGsaEFCI/AAAAAAAAEkU/V9dYds6-fxE/s72-c/Tia+Torta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-5603335552213459229</id><published>2009-05-23T12:57:00.008-03:00</published><updated>2009-05-25T13:22:35.972-03:00</updated><title type='text'>O que se faz com a dor?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ShgiAgcQRnI/AAAAAAAAEUI/TENWI3YbgwU/s1600-h/Dor.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 138px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339054750351509106" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ShgiAgcQRnI/AAAAAAAAEUI/TENWI3YbgwU/s200/Dor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Faz algum tempo que venho me atrevendo a correr. Faço parte de um saudável grupo de pessoas que participam de corridas de rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou por brincadeira e eu não levava os treinos muito a sério, até o dia que fui ao cardiologista e ele descobriu que tenho “um tal” de bloqueio cardíaco. Calma, calma.... vaso ruim não costuma quebrar fácil e meu pequeno probleminha serviu exclusivamente para me incentivar a manter uma disciplina com os treinos para corrida, afinal, o cardiologista disse que o único esporte que não posso praticar é mergulho (&lt;em&gt;zen&lt;/em&gt; demais para um coração tão agitado). Enfim, desde então, vou correndo (literalmente). Corro na vida pessoal, corro na profissional e corro por esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já enfrentei vários muros. Cansaço, asma, subidas, calor, mas na última corrida meu principal adversário foi a dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todo trabalho muscular para fortalecer esta sofrida parte do corpo, que suporta tanto impacto, há uns trinta dias que tenho sofrido dores no joelho. Teimosa como sou, não quis deixar de participar de um Circuito no último domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá fui eu... totalmente sem juízo para mais uma deliciosa corrida... A única estratégia que preparei foi: não parar. Sabia que se parasse não agüentaria continuar e, terminar uma prova é algo indiscutível para mim. Se eu começar, vou até o fim, nem que seja pulando como um saci-pererê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenham dúvidas de que doeu e doeu muito. E esta dor me fez pensar em outras dores e como podemos administrá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tantas dores que enfrentamos pela vida afora... Dores físicas, espirituais, emocionais. E será que é possível ser racional diante de alguma delas? Talvez seja. E, resistir às dores, não deixa de fazer parte do nosso processo de crescimento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Normalmente, toda dor é assim, há um momento em que percebemos que ela vem chegando (normalmente surgem sinais) e fazemos questão de não respeitar sua importância. Mas ela está lá. Existe e é real. Podemos derrotá-la no primeiro &lt;em&gt;round&lt;/em&gt;, ou, continuamos nosso caminho e a jogamos para debaixo do tapete, na esperança de que em alguma hora ela vá embora sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ela não vai, e é inevitável que o segundo momento da dor desabroche. Ela aumenta progressivamente e tentamos, como um paliativo, nos concentrar em outras coisas que nos desvie a atenção. Chegamos a pensar que ela se foi, porém mais uma vez nos enganamos, pois ela volta ainda mais forte, porque não foi medicada no tempo certo. E são nessas horas, que dá uma vontade enorme de desistir e se entregar a dor tão intensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que dor intensa é estranha, quando achamos que já não vamos mais suportar, tudo parece anestesiado e aí nada mais nos detém. Vivemos o perigo de nos acostumar com a dor ou, podemos optar em nos libertar dela. Na mesma proporção em que nos enfraquece, ela nos fortalece para lidar com suas nuances na esperança de cruzarmos a tão esperada “linha de chegada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vencer ou ser derrotado por ela... mais uma vez, é uma questão de escolha! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem sou eu para simplificar as dores alheias. Cada um sabe o limiar de sua dor. Apenas transpus uma experiência física para meu mundo de "devaneios"... E por falar nisso, a minha dor física está aqui. Ficou um tempo debaixo do tapete, desviei minha atenção, senti-me anestesiada, usei toda minha força para vencer um desafio. Mas sei que é necessário derrotá-la e para isso preciso deixar a teimosia de lado e encarar que o problema físico existe e já passou da hora de ser resolvido, como muitos outros problemas que adiamos e se transformam em dores em nossas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-5603335552213459229?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/5603335552213459229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/05/o-que-se-faz-com-dor.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5603335552213459229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/5603335552213459229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/05/o-que-se-faz-com-dor.html' title='O que se faz com a dor?'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ShgiAgcQRnI/AAAAAAAAEUI/TENWI3YbgwU/s72-c/Dor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-3180769047239504299</id><published>2009-05-09T18:08:00.002-03:00</published><updated>2009-05-10T22:07:08.966-03:00</updated><title type='text'>Pirlimpimpim!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SgXxCIt7OLI/AAAAAAAAEQA/V9SLqljy0Ck/s1600-h/Pirlimpimpim+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333934352692361394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SgXxCIt7OLI/AAAAAAAAEQA/V9SLqljy0Ck/s320/Pirlimpimpim+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na minha infância fui presenteada com a primeira versão do Sítio do Pica Pau Amarelo. Não perdia um episódio e tudo me encantava. O “sonho de consumo” não era brincar de Barbie ou Susi, mas era ter a liberdade de Narizinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monteiro Lobato soube, como ninguém, ler a mente das crianças e criar, entre outras fantasias, um pó mágico que poderia transportar seus personagens de um lugar a outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me das inúmeras vezes que gostaria de ter um saquinho com este fabuloso pó para ir à algum lugar, bem longe, onde não existisse o “Para Casa”. Doce tempo em que, o que me aborrecia, era apenas a quantidade de tarefas que a escola mandava para realizar em casa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia este pó tornou-se gênero de primeira necessidade e o código de comunicação entre amigas. Pode saber que, se uma telefonar para a outra perguntando onde se consegue comprar o pó do Pirlimpimpim... é sinal de que a coisa está feia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilusão de criança foi transportada para nossa vida adulta, onde pensamos que “sumir” traz soluções para algo que não gostaríamos de enfrentar. Que ter, ou virar um pó, é o mesmo que uma bóia salva-vidas em um naufrágio. Precisamos nos agarrar a alguma coisa que nos tire de onde não queremos mais estar. Precisamos, muitas vezes, nos salvar de nós mesmos e aquele pó representa a saída de emergência, nossa última esperança para recomeçar de forma diferente. Atribuímos ao coitadinho do pó do Pirlimpimpim a responsabilidade de solucionar nossas inquietudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso negar que faço (e continuarei fazendo) uso do almejado pó, porém um pouco mais materializado em uma cia aérea onde me transporto para alguns dias de descanso. Quando volto, os problemas já não são tão “problemáticos”, mas é o “olhar” que volta diferente. Volta mais aliviado para enxergar as inúmeras coisas que não via quando saí daqui. As alegrias passam a ser maiores e o peso ficou para trás, no fundo da caixinha e talvez lá seja transformado em mais pó para os próximos dias de exaustão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz um amigo querido: “espero que quando eu estiver velho, os outros não pensem que eu esteja louco, mais uma coisa é ficar louco depois de velho e outra é nunca ter tido juízo”. Talvez ser adulto demais é que esteja nos fazendo perder o juízo e querer “sumir”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-3180769047239504299?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/3180769047239504299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/05/pirlimpimpim.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3180769047239504299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/3180769047239504299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/05/pirlimpimpim.html' title='Pirlimpimpim!!!'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SgXxCIt7OLI/AAAAAAAAEQA/V9SLqljy0Ck/s72-c/Pirlimpimpim+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-7467792133922211324</id><published>2009-05-09T17:52:00.002-03:00</published><updated>2009-05-09T18:39:49.904-03:00</updated><title type='text'>Olhares...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SgX4C4Dlj4I/AAAAAAAAEQI/rdr8EvVWO3o/s1600-h/Um+olhar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333942061981077378" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 203px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SgX4C4Dlj4I/AAAAAAAAEQI/rdr8EvVWO3o/s320/Um+olhar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SgXtG5L1hpI/AAAAAAAAEP4/OX7nUv-pM24/s1600-h/OLhares+2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Partindo da teoria de que Deus nos deu uma boca e dois ouvidos para que possamos escutar mais e falar menos, vou compactuar com ela no que diz respeito aos olhos. Se nos foram concedidos dois, é para que possamos observar mais as coisas e as pessoas que nos rodeiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos olhares cruzam com os nossos diariamente? Muitas vezes, são olhares que não dizem nada, outras vezes, são aqueles que nos têm muito a dizer. Será que estamos preparados para “ouvi-los”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participava de um recrutamento com o objetivo de ser observadora no processo. Quando me dei conta, eu era o alvo de vários olhares. E cada olhar ali tinha uma história, tinha algo a dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decorrer da seleção, características de personalidades, objetivos, exposição de necessidades, vidas bem diferentes da minha e aqueles olhares dizendo muito mais do que saía de cada boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E meu olhar de observadora, com a dura missão de participar da escolha de quem continuaria e quem estaria fora do processo. Senti a responsabilidade de me concentrar em cada olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha olhares de dezoito anos, aqueles que enxergam uma vida pela frente. Olhares de vinte e cinco, que já pensam na seriedade que o futuro impõe. Olhares de cinqüenta, que buscam um recomeço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior desafio era contribuir com os “excluídos” para saírem dali olhando para frente, sem perder a esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “corpo fala”, e é indiscutível não perceber esta verdade, mas é o rosto que “entrega o jogo”. Os olhos desmascaram qualquer intenção oculta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vi olhares atentos, sofridos, esperançosos, confiantes, curiosos e aflitos. Olhares coloridos, mas vi olhares cinzas também. E o mais bonito é quando esses olhares começam a perceber que as cores existem e merecem ser admiradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através do nosso olhar, nossa relação com o mundo adquire uma tonalidade especial, que também está intimamente ligada às nossas escolhas (coloridas ou monocromáticas). E como toda boa escolha, pode transformar nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela turma passou por mim, mas não em “brancas nuvens” e meu maior e romântico desejo é que tenhamos verdadeiros “pantones” a enxergar para não desperdiçarmos nenhum precioso olhar que cruzar o nosso caminho. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-7467792133922211324?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/7467792133922211324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/05/olhares.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/7467792133922211324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/7467792133922211324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/05/olhares.html' title='Olhares...'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SgX4C4Dlj4I/AAAAAAAAEQI/rdr8EvVWO3o/s72-c/Um+olhar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-8415878565089261483</id><published>2009-04-12T11:04:00.005-03:00</published><updated>2009-04-12T11:10:16.859-03:00</updated><title type='text'>A vida e o GPS</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SeH2B3TEDDI/AAAAAAAADxQ/qaL5CA0bIAo/s1600-h/GPS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323806746412846130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 159px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SeH2B3TEDDI/AAAAAAAADxQ/qaL5CA0bIAo/s200/GPS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de uma deliciosa viagem e da descoberta sobre as maravilhas que um GPS (sistema de posicionamento global) pode nos proporcionar, fiquei pensando como seria nossa vida, se ela fosse guiada por um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É notório que as constantes “bifurcações” em nossos caminhos são inevitáveis. Muitas vezes não sabemos para onde devemos ir, que decisão tomar e, se em cada bifurcação dessas, tivéssemos um GPS para dizer: “mantenha-se à direita” ou “mantenha-se à esquerda” para que chegássemos ao destino certo, até que não seria nada mal. Pensando bem, acho que não seria nada bom...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dá sabor à vida, talvez seja a grande oportunidade de refazer nossos caminhos, quando escolhemos algum que nos levou a um destino inesperado. Somos regentes e não passivos instrumentos nessa passagem pela vida, e a melodia que toca, afinada ou não, é uma composição nossa. Resultado dos erros e acertos que já tivemos, das inúmeras escolhas que fazemos diariamente. E não dá para delegar isto a ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversando com uma amiga, que vive um desses angustiantes momentos em que se faz necessário tomar uma decisão, escolher um caminho, senti a tentação de me transformar em um GPS para que pudesse ajudá-la. Mas não somos e não temos um implantado em nosso “vidro dianteiro”. Nossa intuição muitas vezes é nosso maior guia, mas não tenho dúvida de que quem comanda o que vamos encontrar em cada estrada (quando permitimos, claro) é Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quantas escolhas boas nos foram permitidas fazer? Já pensaram se tivéssemos um GPS e os parâmetros de positivo e negativo fossem questionáveis? Não consigo imaginar se meu GPS me tivesse feito escolher outro marido, por exemplo. E o tempo profissional que me permiti? E a opção em ter filhos? Enfim, a música que toca, é a que compus. E agora, que escolhi ter uma família, somos vários regentes em harmonia. Cada um terá seu espaço e tocará sua música, fará suas escolhas, definirá seus caminhos, mas temos uma partitura que construímos juntos e que servirá de guia para errar e acertar nas novas composições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É... Talvez fosse cômodo ter “alguém” para escolher qual a melhor opção em nossas vidas, só que a música produzida poderia ser um barulhento &lt;em&gt;heavy metal&lt;/em&gt; enquanto nossos ouvidos quisessem uma doce Bossa Nova. Alguém quer arriscar?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-8415878565089261483?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/8415878565089261483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/04/vida-e-o-gps.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/8415878565089261483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/8415878565089261483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/04/vida-e-o-gps.html' title='A vida e o GPS'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SeH2B3TEDDI/AAAAAAAADxQ/qaL5CA0bIAo/s72-c/GPS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-4149941079815879764</id><published>2009-04-02T18:57:00.006-03:00</published><updated>2009-04-02T19:18:40.514-03:00</updated><title type='text'>Mas o que está congestionado?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SdU2sV9DAfI/AAAAAAAADi0/uxCb12T8xao/s1600-h/Duvida.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320218670243447282" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SdU2sV9DAfI/AAAAAAAADi0/uxCb12T8xao/s200/Duvida.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não é raro nos depararmos com aquele sentimento de total desperdício de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos por situações em que poderíamos gastá-lo com algo melhor e não temos alternativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja na sala de espera de um consultório, seja na fila de um banco, na secretaria de uma escola ou no trânsito. E é no trânsito que o “bicho pega”. Você não vê ninguém esbravejando em um consultório ou em uma fila. O máximo que ouvimos é um pequeno e discreto comentário relacionado à demora. Mas nas ruas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vejo que vou encarar um congestionamento, sinto-me forçosamente convocada para uma reunião de estressados. É gente gesticulando, buzinas incessantes gritando deliberadamente: “saí daí!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito interessante a que ponto chega a “inocência” humana. Acho que as pessoas recorrem à infância quando se deparam com um congestionamento. Quando crianças, acreditamos que as lágrimas podem convencer os adultos a ceder algo negado. Já os adultos, fazem da buzina uma “arma” na tentativa de que os outros parem de negar o seu direito de seguir em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ela não vai tirar nem um carro do caminho de quem está com pressa, mas mesmo assim, lá está ela: mais buzina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é só o trânsito que está congestionado. As emoções também estão e, é por isso, que voltamos exaustos para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não adianta procurar culpados. É uma questão de opção. Ou me contamino com a loucura do lado de fora do meu carro, ou faço dele meu refúgio, meu mundinho mágico onde posso ficar comigo mesma, com minhas músicas e a com a minha paz. Mesmo que eu saiba que poderia fazer algo melhor do que estar ali. Tudo na vida tem um lado bom. Basta procurarmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejo-me para sempre chegar com antecedência em meus compromissos, mas se algo saiu errado, minha boa educação me ensina a dar satisfação, desculpar-me com quem me espera e torcer para que não tenha “quebrado nenhum ovo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se moro em um lugar onde a vida se resume a congestionamentos, infelizmente é o preço que pago por minhas escolhas ou pelo crescimento desordenado. Só não vale ficar murmurando, pois isso faz mal ao coração e à cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos vivi em um “conto de fadas” com flexibilidade de horários e deslocamentos. Esta semana voltei ao “mundo real”, do chamado horário comercial e descobri que dez minutos a mais de sono, podem custar sessenta minutos no trânsito. Quase me contaminei, mas fui salva pelo bom senso e pela escolha de viver uma vida menos complicada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobrevivi!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-4149941079815879764?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/4149941079815879764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/04/mas-o-que-esta-congestionado.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4149941079815879764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/4149941079815879764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/04/mas-o-que-esta-congestionado.html' title='Mas o que está congestionado?'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/SdU2sV9DAfI/AAAAAAAADi0/uxCb12T8xao/s72-c/Duvida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-6941206750212956229</id><published>2009-03-28T13:33:00.004-03:00</published><updated>2009-03-28T13:41:19.539-03:00</updated><title type='text'>Pisando em ovos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sc5SI9-hAyI/AAAAAAAADis/JQWe5zRrjwQ/s1600-h/Pisando+em+ovos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318278524000338722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 126px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sc5SI9-hAyI/AAAAAAAADis/JQWe5zRrjwQ/s200/Pisando+em+ovos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Feche os olhos. Tudo bem, fique com um aberto para ler.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Imagine dúzias de ovos sob seus pés. Estão intactos para começar a nossa experiência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Calma! Clama! Devagar. Levante uma das pernas e movimente-a para frente. Pise levemente. Le-ve-men-te! Xiiii.... é impossível não quebra-los, não é mesmo?!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, o que fazer quando as pessoas com as quais nos relacionamos exigem de nós tamanho cuidado? Não podemos dar um passo sossegados sem que, pelo menos, meia dúzia de ovos se quebre. E aí a sujeira está feita e o cheiro fica impregnado no tapete da amizade, do casamento, da família ou até mesmo do trabalho, pois os ovos estão espalhados por todos os lados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Será que para não quebra-los é preciso deixar de falar o que pensamos ou sentimos? Por que as pessoas hoje em dia estão tão “quebráveis”?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A fragilidade e a irritabilidade andam como verdadeiras assombrações por todo lado. Se falamos a alguém: “estou dirigindo, posso te ligar mais tarde?” Pronto! Ovos quebrados. Ou então: “fulano, você poderia, por favor, refazer esta parte do trabalho que não ficou tão legal?” Mais ovos quebrados! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ninguém quer ser cobrado, ninguém quer esperar, ninguém quer ser rejeitado. Isso é normal. Mas umas pessoas lidam com estes "nãos" sem precisar fazer omelete, enquanto outras...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas deixo aqui um pedido, se alguém souber como faço para não quebrar muitos ovos, por favor, me diga, pois ando sujando alguns tapetes por aí. Não porque meus pés são pesados ou insensíveis, mas porque fico sem ar quando não posso ser eu mesma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-6941206750212956229?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/6941206750212956229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/03/pisando-em-ovos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6941206750212956229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/6941206750212956229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/03/pisando-em-ovos.html' title='Pisando em ovos'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Sc5SI9-hAyI/AAAAAAAADis/JQWe5zRrjwQ/s72-c/Pisando+em+ovos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-7946837601006289801</id><published>2009-03-26T22:12:00.004-03:00</published><updated>2009-03-26T22:15:03.527-03:00</updated><title type='text'>Se eu morasse sozinha...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ScwobukyRBI/AAAAAAAADiU/Cejym3sLMFk/s1600-h/morando+sozinha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317669716841612306" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 163px; CURSOR: hand; HEIGHT: 139px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ScwobukyRBI/AAAAAAAADiU/Cejym3sLMFk/s200/morando+sozinha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cada pessoa reage de forma diferente quando o assunto é fazer algo que não gosta. Umas, simplesmente não fazem, outras fazem “meia boca” e outras precisam ser empurradas. No que diz respeito à cozinha, sou do tipo que precisa ser empurrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu lado racional e prático acredita que os alimentos deveriam ser oferecidos também em cápsulas e principalmente que pudessem ser ingeridos com coca cola ou toddy (uau... seria o mundo perfeito!). Tudo bem que vez ou outra poderia optar por um churrasco real, feito de forma convencional, suculento, regado com uma deliciosa coca cola gelada (olha ela aí outra vez).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o dia-a-dia em uma cozinha é uma tarefa árdua na minha vida (penso que não seja só na minha vida). Com duas crianças, em fase de crescimento, todos os dias o cardápio é o mesmo (só mudam os ingredientes, claro): salada, carne, legumes e o tradicional arroz com feijão. Nem o macarrão (que é bem fácil de fazer) eles não curtem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas diz o ditado que quando o gato sai o rato faz a festa e não pude deixar de fazer a festa nesta semana de ausência do gato da casa. Apesar de manter o lado saudável das refeições, a “porcariada” rolou solta. O almoço era sem negociação, empurrado mesmo, mas na hora do lanche, passava no “espaço gourmet” da redondeza e comprava: crepe, comida japonesa, pizza e... coca cola. Voltava feliz!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os dias foram passando e alegria de fazer peraltices foi substituída pela tristeza da saudade. O empurrão do “bom de garfo” é fundamental para eu continuar caminhando, ou melhor, cozinhando. Parei de passar no “espaço gourmet” e planejei algo bem gostoso para que o rato oferecesse ao gato que saiu e deixou um grande vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que se eu morasse sozinha... não seria nada feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-7946837601006289801?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/7946837601006289801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/03/se-eu-morasse-sozinha.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/7946837601006289801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/7946837601006289801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/03/se-eu-morasse-sozinha.html' title='Se eu morasse sozinha...'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ScwobukyRBI/AAAAAAAADiU/Cejym3sLMFk/s72-c/morando+sozinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-176715946771604569</id><published>2009-03-25T22:14:00.005-03:00</published><updated>2009-03-26T22:15:41.249-03:00</updated><title type='text'>Rolamento ou folga no eixo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ScrY0ftOFFI/AAAAAAAADiE/XhLlRVh8oPI/s1600-h/Rolamento.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317300706440254546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 147px; CURSOR: hand; HEIGHT: 164px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ScrY0ftOFFI/AAAAAAAADiE/XhLlRVh8oPI/s200/Rolamento.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ScrXISlR2yI/AAAAAAAADh8/RY0wOOUEF3o/s1600-h/Rolamento.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Como sempre digo, temos diariamente, infinitas oportunidades de aprendizado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos vender meu carro e por isso nossa disposição para gastar com ele tem sido quase nula ou inexistente. Porém comecei a ouvir um barulho na RODA DIANTEIRA DIREITA (aliás, tenho uma capacidade “incrível” para descobrir barulhos naquele carro) e pedi várias vezes ao "homem da casa" para que verificasse a origem do tal barulho e, claro, ele não teve tempo (quando o assunto é gastar, ele gasta é o tempo dele com outras coisas para fugir da despesa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, eu mesma levei o carro na oficina de alinhamento e balanceamento e depois de várias, (várias mesmo) voltas ao lado do mecânico ele ouviu um pequeno barulhinho que sugeria uma folga no eixo dianteiro. Ele ainda disse que já que vamos vender o carro, não justificaria arrumar (por ser caro e não preocupante - fiquei em dúvida quanto ao último comentário, mas tudo bem!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuei usando o carro e aquele barulho começou a crescer, como um grande monstro que achávamos que saltaria de dentro do armário para nos engolir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um certo dia, pedi ao "homem da casa" para me levar ao consultório (estrategicamente no meu carro) e finalmente ele certificou-se de que o grande monstro estava mesmo lá, não era algo da minha imaginação. Não queria nem deixar que eu o levasse ao aeroporto (mas não obedeci...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversando com uma daquelas pessoas que Deus coloca para iluminar o nosso caminho (daquelas que indicam do salão de beleza à locadora de vídeo), descobri que tinha uma oficina séria e confiável no nosso bairro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte passei na oficina e o gerente me perguntou o que tinha ocorrido e fui logo dando o diagnóstico: é um barulho “assim, assado”, na RODA DIANTEIRA DIREITA. O gerente muito educado, me perguntou se não poderia ser rolamento, hipótese que descartei com toda autoridade de meus conhecimentos mecânicos: “naaaao, conheço barulho de rolamento estourado, o que meu carro tem é outra coisa que ainda não sei o que é”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnóstico final? Era rolamento na RODA TRASEIRA ESQUERDA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aprendi? Que realmente ouvimos somente o que queremos ouvir. Nossas verdades são sempre mais coerentes que as dos outros e com isso nos fechamos para novas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paguei, saí com o carro novamente silencioso, com o rabinho entre as pernas, porém com os ouvidos mais receptivos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-176715946771604569?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/176715946771604569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/03/rolamento-ou-folga-no-eixo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/176715946771604569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/176715946771604569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/03/rolamento-ou-folga-no-eixo.html' title='Rolamento ou folga no eixo?'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/ScrY0ftOFFI/AAAAAAAADiE/XhLlRVh8oPI/s72-c/Rolamento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5310133051272293808.post-579421526621132674</id><published>2009-03-24T21:05:00.004-03:00</published><updated>2009-03-24T21:30:27.620-03:00</updated><title type='text'>Embarcando em uma desafiadora viagem...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Scl413nQhwI/AAAAAAAADgw/UxCOc0Rw2oU/s1600-h/Voo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316913701944592130" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 136px; CURSOR: hand; HEIGHT: 123px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Scl413nQhwI/AAAAAAAADgw/UxCOc0Rw2oU/s200/Voo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Passageiras do vôo 001 com destino à Maternidade, embarque no Portão das Incertezas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maternidade é algo sonhado pela grande maioria das mulheres. Pode soar “forte”, mas temos que ter a consciência de que é uma viagem sem volta. Esta foi, para mim, a primeira coisa que veio carimbada em meu cartão de embarque: este bebê é seu para sempre! Tudo bem que sabemos que criamos os filhos para o mundo, mas a responsabilidade em educar, as preocupações e alegrias serão eternamente gravadas em nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos muitas coisas boas e muitas angustias também. O legal é descobrir que a maioria das mães passam pelas mesmas coisas que passamos e, a melhor das descobertas, que as dificuldades vão deixando de existir dia após dia. Claro que novas dificuldades vão surgindo, mas com o passar do tempo elas se tornam mais leves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias pessoas dizem que comemorar o primeiro ano de vida de uma criança é algo para os pais e não para os pequeninos. Posso dizer que concordo, pois vencer as noites mal dormidas, as cólicas, as dúvidas sobre tons e formas de choro, criar rotinas, introduzir uma alimentação saudável, superar as viroses, chorar com as vacinas, voltar ou não ao trabalho, enfim, são tantas coisas em um espaço tão pequeno de tempo, que merece ser comemorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tínhamos a nossa vida num ritmo todo nosso, éramos donos do nosso nariz, nossas vontades nos guiavam e, de repente, uma criaturinha tão sonhada vem para mudar tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já sentiu a dor do cansaço? Não falo daquela causada por um grande esforço físico. Falo daquela dor que sentimos por ficar com raiva de não ter conseguido dormir direito porque o ser que mais amamos chorou a noite toda... pois é, já senti essa dor um montão de vezes e outras dores também que só são curadas por causa desse tal amor. Ele é tão grande e tão imensurável, que conseguimos superar tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma coisa muito importante que aprendi sobre esta viagem é que ela é recheada de descobertas e aprendizados. E que é a mais bela de todas que sonhamos um dia em fazer. Ela fica melhor quando nos livramos das culpas, dos pesos e apenas curtimos a maravilhosa paisagem que Deus nos presenteou: nossos filhos. Vamos errar, mas na maioria das vezes vamos acertar, vamos ter medo da altura do vôo que é possível alçar quando nos tornamos mãe, mas não podemos esquecer que temos a coragem para enfrentar esta rota desconhecida e que nosso principal combustível é o amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que posso desejar a cada nova Mãe, é que façam uma feliz viagem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5310133051272293808-579421526621132674?l=olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/feeds/579421526621132674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/03/passageiras-do-voo-001-com-destino.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/579421526621132674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5310133051272293808/posts/default/579421526621132674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivroqueeunaoescrevi.blogspot.com/2009/03/passageiras-do-voo-001-com-destino.html' title='Embarcando em uma desafiadora viagem...'/><author><name>Ju</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04521340870339198244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rUiloHu5i8c/Scl413nQhwI/AAAAAAAADgw/UxCOc0Rw2oU/s72-c/Voo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
